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quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Mãe perde a vida após dar à luz ao 7º filho. Durante sua despedida, o menino acaba em mãos improváveis.


Foi em 2017, Emilie Larter vivenciou algo que mudou seu futuro em um piscar de olhos. A britânica de 22 anos tinha acabado de terminar seu treinamento como professora e queria conhecer o mundo, então foi à Uganda para trabalhar como voluntária em um orfanato. No final de sua estadia de dois meses, seu mundo tinha virado completamente de cabeça para baixo. 





Um recém-nascido estava em uma situação terrível. Sua mãe tinha falecido recentemente, então Emilie e seus colegas dirigiram até a vila de Butagaya, a cerca de uma hora do orfanato. Quando chegaram, eles descobriram que o funeral da mãe já estava acontecendo. O bebê era seu sétimo e último filho.
Como não restava ninguém para cuidar do pequeno, ele foi entregue aos funcionários do orfanato em acordo com as leis locais. Emilie instantaneamente se apaixonou com o menininho sorridente enrolado em mantas e decidiu chamá-lo de Adam. 


A jovem de 20 e poucos anos se tornou a responsável pelo bebê de poucos dias de vida. 24 horas por dia, sete dias por semana, Emilie estava ocupada cuidando dele. Ela o alimentou, trocou suas fraldas e acordava à noite para acalmá-lo. 


Ela já era uma professora de escola primária treinada, mas não tinha experiência com recém-nascidos. Ela ligava com frequência para sua mãe para pedir conselhos, mas, apesar do estresse, não se arrependeu nem um segundo do tempo que passou com Adam. Mesmo as más condições do orfanato - sem água corrente, sem energia e com enxames de mosquitos - não fizeram muita diferença para ela.


Os meses seguintes foram muito difíceis para Emilie e seu protegido. Ela estendeu sua estadia na Uganda por mais dois meses, mas tinha que voltar para a Inglaterra para a sua graduação. Depois de uma semana, ela deixou a Grã Bretanha e retornou à Uganda para ver Adam de novo. 


Por causa da falta de dinheiro, ela não teve escolha senão deixar novamente a Uganda cinco meses depois. Ela passou o ano seguinte trabalhando duro para levantar dinheiro suficiente para sustentar seu futuro com Adam.
No fim, ela se mudou de volta para Uganda, encontrou trabalho como professora em uma escola internacional e até terminou com seu namorado. Ela não conseguia mais imaginar sua vida sem o pequeno Adam. 




Ainda que tenha perdido seu trabalho devido ao corte de verba da escola, ela obteve muito apoio desde que sua história ficou conhecida. Ela recebeu uma boa quantidade de doações para que pudesse realizar seu sonho de adotar Adam. 


Muitas vezes não podemos explicar, mas, as pessoas certas costumam estar no lugar certo e na hora certa. Vocês não acham? 

Informações: Mirror via Não Acredito
Imagens: Reprodução das Redes Sociais de Emilie Larter
Edição: NC
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