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quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Ao olhar o ultrassom dessa mãe, os médicos deram um alerta fatídico. Eles mal podiam imaginar o que veio depois.


A felicidade plena de um casal normalmente se concretiza quando descobrem que serão pais. Por isso, quando Ashley e Jeffery Zachmayer, da pequena cidade de Dallas, na Geórgia (EUA), souberam que teriam um bebê, eles mal conseguiram se segurar de felicidade. 









Depois de se casarem, formar uma família era o maior desejo dos dois. 


Porém, na 12ª semana de gravidez, o médico de Ashley viu algo no ultrassom que o deixou muito preocupado. E esse era apenas o começo de uma odisseia, que ainda teria muitos obstáculos. 
Um coágulo de sangue foi encontrado no útero de Ashley, razão pela qual ela precisou ficar em repouso, ou seja, a mulher grávida só poderia sair da cama quando fosse realmente necessário. 


Em outra visita ao seu ginecologista na 18ª semana de gravidez, o coágulo de sangue desapareceu por si só. Ashley ficou muito feliz, pensando que agora poderia se preocupar apenas com o desenvolvimento de sua gravidez. Porém, havia outro resultado preocupante.
A garotinha que os Zachmayers esperavam estava subdesenvolvida e não crescia mais.


Além disso, descobriu-se que Ashley tinha pouco fluído amniótico. Consequentemente, os pais foram transferidos para um médico especializado em gravidez de risco. Depois de uma série de exames, o diagnóstico era devastador: o bebê só tinha 20% de chances de sobrevivência. O médico preparou Ashley para um aborto espontâneo e a enviou de volta para casa. Depois disso, ela teria que fazer um check-up a cada três dias para verificar se o coração da filhinha ainda estava batendo.
A cada exame, Ashley via o pequeno coração latejante no monitor de ultrassom do médico e recuperava um pouco da esperança. Os dias de vida previstos pelos médicos acabaram virando semanas e o batimento cardíaco da menina continuava lá. Ela só não parecia se desenvolver fisicamente. Durante a 26ª semana de gravidez, no entanto, o médico observou durante que o bebê não podia mais ser adequadamente suprido pelo corpo da mãe devido a uma contusão no cordão umbilical. Novamente, a gestante tinha que se preparar para um aborto espontâneo.
Por fim, os médicos deixaram os futuros pais decidirem o que fazer a seguir. Será que eles deveriam intervir e trazer o bebê ao mundo? Mas o bebê prematuro provavelmente não sobreviveria ao estresse do parto. Ou eles deveriam deixar as coisas seguirem seu curso e apenas esperar? Os médicos aconselharam a deixar as coisas acontecerem. Ashley sabia que tinha que manter sua filha viva pelo maior tempo possível, porque a cada semana que passava as chances de sobrevivência da menina também aumentavam.
Foi então que, na 29ª semana de gravidez, Ashley finalmente começou a ter contrações violentas e, pouco depois, trouxe sua filha Adalee ao mundo. A menina nasceu com apenas 411 gramas, sua pele era transparente e tinha o tamanho de uma latinha de refrigerante. Imediatamente após o nascimento, ela foi levada para a UTI do hospital. 


Como seus pulmões ainda não estavam bem desenvolvidos, a menina foi colocada em um respirador artificial, onde ficou nas semanas seguintes. 


Três semanas após o nascimento, Adalee começou a respirar sozinha e o tubo de respiração pôde ser removido de sua traqueia. 


Agora os dois jovens pais finalmente tinham permissão dos médicos para segurar o bebê nos braços pela primeira vez. 


A pequena Adalee gostou tanto do carinho com os pais que começou a ganhar cada vez mais peso. 


Depois de 106 longos dias no hospital, a pequena pôde ir para casa. 


Não há dúvida de que a pequena Adalee superou todas as dificuldades e, independentemente dos desafios enfrentados por seus pais, eles não perderam a esperança. 


Informações: NTD e Não Acredito
Imagens: Reprodução das Redes Sociais de Ashley e Jeffery Zachmayer
Edição: NC
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