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quinta-feira, 26 de julho de 2018

Todas as crianças que entram na casa deste homem perdem a vida. Mais de 80 já se foram e muitas ainda chegarão.


Apesar de muitas vezes sermos surpreendidos com o contrário, existem pessoas que fazem a diferença, que tem uma luz especial e que vem ao mundo com missões inexplicáveis. 











Uma dessas pessoas é Mohamed Bzeek, um homem nobre. Todas as crianças que visitam sua casa morrem. 


Diferentemente do que muitos pensam, existe um ato de bondade extrema por trás disso.
Se encontrar Mohamed na rua, você não enxergará através de sua barba longa, o quão bondoso e grande é o coração dele. 


Ele tem dedicado toda sua vida, seu tempo de aposentado, sendo pai adotivo de crianças que são doentes terminais e foram abandonadas por seus tutores. Crianças que teriam um destino injusto e um fim frio em um hospital, sozinhas e abandonadas. 


Mas, ao invés disso, o hospital as leva para passar seus últimos dias na casa de Mohamed, que as dá o afeto necessário para partirem se sentindo amadas. É no momento final que essas crianças têm o amor, a força, o calor e a alegria que mereciam ter tido em toda sua vida. 


A empatia de Mohamed para essas crianças começou quando ele tinha 62 anos e foi diagnosticado com câncer. Sua esposa já havia falecido e seu filho era portador de deficiência, então teve que ir ao hospital e enfrentar uma cirurgia sem ninguém ao seu lado. Mohamed se sentiu completamente sozinho – assim como todas as crianças órfãs doentes. 


Geralmente, as crianças dão seu último suspiro no colo de Mohamed. É assim que ele gosta de fazer: segura-las dando calor humano no momento de sua partida. As últimas horas de cada uma delas são regadas de amor e carinho e ele faz questão de conversar, contar histórias, acalentar, ninar e dar beijinhos. 


Ele já perdeu as contas de quantas vezes se apegou por essas crianças e quantas vezes pediu que Deus não as levasse, mas depois de tanto tempo, se acostumou com a dor da partida de cada uma delas. 


“Eu não gosto de me gabar do pelo que faço, eu não quero ter a piedade de ninguém. Não sou um herói. Não importa o que as pessoas dizem. Faço o que deve ser feito como ser humano. Ajudar os que necessitam", afirma Mohamed ao El Mundo. 


Precisamos de mais pessoas como Mohamed em nosso planeta… Ele é um verdadeiro anjo e herói para esses meninos e meninas sem pais nem família. 

Informações: Histórias com Valor e Diário de Biologia
Imagens: Reprodução Youtube/GoFundMe
Edição: NC
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