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terça-feira, 31 de julho de 2018

Lembra dessa menina que desapareceu em 1994? Ela foi encontrada quase 24 anos depois nos Estados Unidos.


Aleacia Stancil desapareceu sem deixar vestígios há quase 24 anos, deixando a polícia com poucas pistas. 













Sua mãe, Toni Stancil, teve uma vida difícil. Depois de deixar a Força Aérea dos EUA, ela lutou com o uso de drogas e se voltou para a prostituição. Uma noite, em dezembro de 1994, Toni deu a sua filha de 9 meses, Aleacia, a uma amiga, dizendo que precisava de alguns dias para "limpar a cabeça". 


De acordo com informações do site AZFamily.com, a criança foi passada de pessoa para pessoa até ser entregue à polícia. A essa altura, sua identidade era desconhecida.
Dois dias depois a mãe de Aleacia voltou até a casa da amiga, mas sua filha não estava mais com ela.
Toni foi para a cadeia logo depois, e não alertou as autoridades de que seu bebê estava desaparecido até março de 1995; até então, a criança estava sob os cuidados dos Serviços de Proteção à Criança, mas ninguém sabia sua identidade. 


Naquele mesmo ano, Toni foi encontrada sem vida, eliminando a principal testemunha do caso.
Em 2008, os detetives revisaram o caso, eles coletaram informações e DNA de membros da família para desenvolver um perfil para a menina desaparecida. Um software também foi usado para criar fotos de progressão de idade descrevendo como poderia ser sua aparência atual. No entanto, as buscas não progrediram muito. 


Até que, no ano de 2014, uma jovem apareceu em um hospital de Connecticut. Ela não tinha identidade e não sabia muito sobre si mesma. Uma das enfermeiras que a atendeu achou suspeito e procurou on-line por pessoas desaparecidas. Ela se deparou com uma foto de progressão de idade de Aleacia e chamou a polícia.
A polícia levou o DNA da mulher misteriosa para testes e, três anos depois, foi revelado que era compatível com o do bebê desaparecido em 1994. 


As autoridades determinaram que não houve nenhum crime no desaparecimento do bebê e o caso foi encerrado.
Aleacia vive com uma família adotiva e atende por um nome diferente, mas está se reconectando com sua família biológica.
Sua avó, Frances Ford, que agora vive na Geórgia, diz que Aleacia deseja ficar fora dos holofotes.
“Eu gostaria que o mundo soubesse que essas são as coisas que podem acontecer com as crianças, e nem todas as histórias têm um final feliz, e isso não significa que elas vieram de alguém que não as queria ou não se importava”, disse Ford. 

Informações: NTD, Daily Mail e AZFamily
Imagens: Reprodução National Center for Missing Children
Edição: NC
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