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sexta-feira, 27 de julho de 2018

Família tatua número de telefone no braço do filho. O motivo disso gerou controvérsia.


A maioria dos pais está constantemente preocupada com seus filhos. Entretanto, quando se tem filhos especiais esse sentimento pode ser aflorado de formas inexplicáveis. 












Exemplo disso são os pais de um menino com problemas mentais, que atraíram duras críticas por tatuar o número de telefone de sua casa em seu braço, para tornar mais fácil para qualquer um que o encontrasse, contatá-los.
Em determinada manhã, a polícia de Wenzhou, na China, recebeu relatos de um menino andando sem rumo na rodovia local. 10 minutos depois, uma patrulha da polícia avistou o menino e, depois de guiá-lo para a segurança, parou o carro para fazer algumas perguntas. Ficou claro desde o início que a criança sofria de algum tipo de deficiência mental, pois ele era incapaz de fornecer informações básicas, como seu nome ou sua idade. 


Depois de procurar no menino qualquer coisa que pudesse ajudá-lo a identificá-lo, um dos policiais notou uma série de números que pareciam ter sido rabiscados em seu antebraço. Na realidade, os rabiscos acabaram por ser uma tatuagem.
Não demorou muito para os policiais descobrirem que a tatuagem era um número de telefone, que eles imediatamente discam. 


Por sorte, a mãe do menino atendeu e forneceu aos policiais o endereço da família, de modo que o menino retornou com segurança à sua casa.
Ainda assim, o policial não pôde deixar de perguntar à mãe por que ela optou por tatuar o número do telefone diretamente no braço do garoto, já que obviamente essa não era a opção mais prática.
Como é possível ver nas imagens, em determinado momento a família mudou seu número de telefone, então o antigo teve que ser riscado com uma tatuagem, e o novo tatuado embaixo. Isso certamente causou um sofrimento desnecessário ao menino. 


"A criança é intelectualmente deficiente, e ela tem nosso número de telefone tatuado em seu antebraço por causa disso", disse a mulher.
O oficial Yang disse ao jornal chinês The Paper que, embora ele pudesse notar que as intenções da mãe eram boas, sua decisão drástica não fazia qualquer sentido para ele. Ele aconselhou pessoas em situações semelhantes a registrar as impressões digitais da pessoa com deficiência na polícia, ou criar um bracelete robusto para elas com informações de contato, em vez de submetê-las ao desnecessário e doloroso processo de tatuagem.
Não há lei na China que impeça que menores de idade sejam tatuados e nem é necessário o consentimento dos responsáveis para realizar o procedimento.
Essa história se tornou viral nas mídias sociais chinesas e obteve reações variadas dos usuários. Alguns disseram que não importa o quanto os pais estivessem preocupados, as tatuagens eram desnecessárias, outras descreveram sua solução como excessiva, enquanto alguns usuários tomaram o seu lado, dizendo que em certas situações, tatuagens como essa podem se tornar um último recurso viável. 

E na sua opinião, a atitude destes pais foi correta? Deixe-nos um comentário! 

Informações: The Paper via Oddity Central
Imagens: Reprodução The Paper
Edição: NC
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