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quarta-feira, 13 de junho de 2018

Homem quase perde a vida após arrancar cabeça de cobra e ela picá-lo em seguida.


Se você acredita que basta cortar a cabeça de uma cobra fora para se livrar do perigo, saiba que esses animais podem continuar sendo letais mesmo depois de sofrerem decapitações! Difícil de acreditar, não é mesmo? Na história de hoje, te provaremos que isso realmente pode acontecer. 






O incidente, considerado extremamente raro, ocorreu em maio de 2018, quando o casal Jeremy e Jennifer Sutcliffe trabalhava no quintal de sua propriedade na cidade de Corpus Christi, no Texas, EUA. 


Jennifer disse que o marido encontrou uma cascavel, de aproximadamente 1,5 metros, e cortou a cabeça com uma pá. Quando ele se abaixou para pegar os restos mortais, ele foi mordido na mão pela cabeça decepada, de acordo com informações do Daily Mail. 



A mulher rapidamente ligou para a emergência, mas, com medo da gravidade do estado de Jeremy, ela decidiu dirigir mais de três quilômetros para o hospital mais próximo.
Entretanto, no caminho, Jeremy começou a convulsionar, a perder a visão e os sentidos. Uma vez na emergência, os médicos descobriram que a cascavel tinha injetado tanto veneno com a picada, que o homem teve que ser colocado em coma induzido e conectado a um aparelho que o ajudasse a respirar. 


Felizmente, os médicos conseguiram estabilizá-lo depois de aplicar 26 doses de soro antiofídico em Jeremy, uma quantidade altíssima, levando em consideração que o normal são no máximo quatro doses. 
A cobra que picou Jeremy foi identificada como sendo uma cascavel-diamante-ocidental, cujo veneno pode provocar a coagulação do sangue, e a formação de coágulos podem causar o colapso dos rins. Como se não fosse terrível o suficiente, as toxinas podem levar à ruptura das membranas que envolvem as hemácias e, com isso, a hemorragias internas, além de causar a necrose de tecidos, lesões nos músculos e feridas no local da picada. 


Ainda segundo informações do Daily Mail, nos espasmos da morte, a cobra se torna mais agressiva em um esforço para sobreviver.
Elas ainda podem atacar até uma hora depois de terem sido decapitadas, pois o metabolismo destes animais é muito mais lento que o dos humanos, o que significa que seus órgãos internos permanecem vivos por mais tempo.
Jennifer contou que a condição de Jeremy é considerada estável, mas sua função renal ainda é fraca. 

Informações: Daily Mail
Imagens: Facebook e KIII TV, Reprodução Daily Mail
Edição: NC
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