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quarta-feira, 21 de março de 2018

Lembra da “cachorra mais triste do mundo”? Ela foi rejeitada mais uma vez e desenvolveu síndrome defensiva e depressão.


Se para nós, que conhecemos a crueldade do mundo, é tão difícil superar uma rejeição, imagine para os cães, que basicamente vivem para agradar seus humanos e receber amor. Uma cadelinha chamada Lana, foi rejeitada por duas famílias, e uma tristeza profunda tomou conta de seu coraçãozinho. Desde então, ela ficou conhecida como “ a cachorra mais triste do mundo”. 




No ano de 2015, a história de Lana comoveu muitos internautas, após ela ter sido abandonada por sua primeira família e também por uma foto, clicada após esse episódio, circular por toda internet, mostrando a cadelinha extremamente triste e sozinha em um canil. A situação de Lana comoveu muita gente. Mais de quatro mil pessoas se candidataram para adotá-la e doaram aproximadamente 15 mil dólares para as despesas com a cachorra. 


Então, em janeiro de 2016, ela finalmente encontrou um novo lar. Mas, para a frustração de todos e principalmente da Lana, ela foi, novamente rejeitada. 


“A adoção da Lana não funcionou porque as pessoas querem um cachorro para fazer carinho e brincar. Lana é uma menina bobona e brincalhona, mas ela não é o tipo de cão que deixará você acariciá-la na barriga ou que dormirá na cama. Ela adora ter uma função“, revelou Brenda Dobranski, fundadora da ONG Rescue Dogs Match, que recebeu a mascote após a segunda adoção fracassada. 


Além disso, Branda contou que Lana desenvolveu depressão devido à tristeza profunda causada pelo primeiro abandono. “Alguns cães são emocionalmente mais sensíveis que outros e realmente sentem imensamente situações de rejeição”, disse ela. Devido a essa depressão, Lana desenvolveu a síndrome defensiva, quando o cachorro passa a agredir quem se aproximar para fazer carinho. 
Obviamente, o cão traumatizado, desconfiará que aquele carinho não é verdadeiro e nem definitivo e acredita que será abandonado novamente. A depressão canina e a síndrome defensiva não possuem cura, mas precisam de tratamento. 
Por conta dos comportamentos de Lana, seu futuro só indicava um caminho sombrio. A eutanásia. 


Mas, para a felicidade e alívio de quem acompanhava a história sem poder fazer muita coisa, uma nova família apareceu disposta a dar todo o carinho que Lana merece – e, desta vez, para ficar com ela para sempre. 


“Nós estamos felizes de informar que Lana encontrou uma nova família e um novo programa de treinamento. Gostaríamos de agradecer todos por sua preocupação e apoio e nós continuaremos atualizando-os”, escreveu a ONG canadense Rescue Dogs Match em seu site. 


Quem bom que mais uma história, inicialmente triste, teve um final feliz! Notícias assim reconfortam nosso coração, e quando as transmitimos a vocês, esperamos que sintam o mesmo! 

Informações: Razões para Acreditar e Daily Mail 
Imagens: Reprodução de Rescue Dogs Match 
Edição: NC
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