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segunda-feira, 12 de março de 2018

Em 1977 ela cuidou de um bebê acidentado. 38 anos depois, viu uma foto no Facebook e reagiu imediatamente.


Com apenas três meses de idade, Amanda Scarpinati era uma pequena garotinha que sofreu queimaduras de terceiro grau em seu corpo. As queimaduras foram causadas quando ela caiu da cama em um umidificador com vapor quente. 







Amanda guardou algumas fotografias que foram tiradas em 1977, onde uma enfermeira é vista segurando-a em seus braços de forma amorosa, essas fotografias foram tiradas no Albany Medical Center, em Nova York. 


Embora fosse muito pequena, Amanda precisou passar por várias cirurgias plásticas, fazendo com que seus colegas de escola fizessem piadas sobre sua condição, o bullying que ela sofreu diariamente a machucou ainda mais. Quando ele olhou para as fotografias, ele lembrou que esta enfermeira lhe havia dado mais do que seu apoio médico, ela tinha muita ternura nos olhos. 
“Lembro-me com tristeza da menina que foi psicologicamente assediada por seus companheiros por causa de sua aparência disforme”, narrou a Scarpinati a um repórter. “Quando vi as fotos da enfermeira, queria sair e procurá-la, mesmo sem saber quem era. Eu sentia carinho apenas observando a maneira como ela me segurava em seus braços e a doçura que inexplicavelmente refletia“.


Amanda queria encontrar aquela enfermeira que cuidou dela com tanta doçura e que naqueles momentos de sofrimento estava ao seu lado. Foram anos de pesquisas sem qualquer resultado, até que decidiu colocar as fotos nas redes sociais e escreveu: 
"Esta mulher esteve comigo nos momentos mais difíceis da minha vida, eu não a conheço, nem sei o nome dela e gostaria de agradecê-la por tudo o que ela fez por mim, além de dizer-lhe que nunca deixei de pensar nela. Eu ficaria muito feliz se vocês me ajudassem a compartilhar essa imagem. Seria muito útil para encontrá-la. Talvez minha mensagem pudesse alcançá-la se vocês compartilhassem.". 


Em questão de horas, a publicação viralizou e a mensagem chegou a uma enfermeira que trabalhou no hospital e reconheceu a mulher como Susan Berger, que na época tinha 21 anos e tinha acabado de se formar na faculdade. Segundo ela, Susan sempre falava sobre Amanda.


Então, passados 38 anos, Amanda e Susan finalmente se reencontraram. Susan disse que quando olhou para a mulher que Amanda havia se tornado, ficou chocada e sem acreditar no impacto que sua atitude teve sobre o bebê que cuidou com tanto amor e esperança. Disse ainda que era impossível acreditar na conexão que tinham, uma vez que também nunca havia lhe esquecido. 




Muitas vezes, o trabalho dos enfermeiros não é reconhecido como deveria, mas Susan é um exemplo claro dessa frase que diz: Honra a quem merece honra. Felizmente, a busca de Amanda para agradecer a enfermeira que fez tanto por ela quando bebê, foi um sucesso. 

Informações: Porque no se me ocurrio 
Imagens: facebook Amanda Scarpinati 
Edição: NC
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