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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Lembra da mãe que não saía de casa por causa de sua condição? Veja como ela está agora depois das cirurgias.


As pessoas em geral nunca estão satisfeitas com sua aparência. Sempre tem quem diga que poderia estar um pouco mais magro, ou com o cabelo um pouco mais liso entre outras reclamações. No entanto, em algumas pessoas, pode se tornar um problema patológico, de tanta vergonha do físico que possuem, que elas simplesmente desejam que ninguém as olhe.




Mas, considerando essa sociedade em que vivemos, onde padrões e rótulos são impostos de forma tão cruel, é totalmente compreensível que muitos de nós se tornem tão inseguros com nossas diferenças. Sempre surge aquela dúvida: “será que serei aceito da forma como vim ao mundo?”. No caso da americana Libby Huffner, a reação dos outros à sua aparência física a forçou a se esconder.


Quando ela era adolescente, fase que, por si só, já é bem complicada para todos, descobriu que sofria de neurofibromatose: uma doença genética que faz tumores não-cancerígenos crescerem por todo o corpo.
Os pequenos tumores cobriam o corpo de Libby da cabeça aos pés, e também lhe causavam dores constantes. Ela também sofreu bullying por causa de sua aparência quando era jovem e foi chamada de “estranha” e “sapo”.


Quando Libby ficou grávida de sua filha, os sintomas ficaram piores devido aos hormônios da gravidez. Eventualmente, ela tinha mais de 6.000 tumores que cobriam seu corpo, e a dor que sentia era quase insuportável. Para aliviar os sintomas, a mãe de 45 anos começou a usar 13 medicamentos diferentes. O simples ato de abraçar sua filha causava uma dor excruciante.


A condição de Libby significava que ela seria observada aonde quer que fosse. Ela não podia nem ir a uma loja sem que alguém a apontasse ou perguntasse o que ela tinha no rosto. Chegou ao ponto de sua autoestima ficar tão abalada que ela praticamente parou de sair de casa. Ao longo dos anos, Libby passou por dez operações para remover os tumores. Mas nada funcionou e elas voltavam tão rápido quanto tinham desaparecido.


Então, no ano passado, Libby tomou uma decisão. Ela decidiu parar de se esconder e aumentar a conscientização, além de ajudar a arrecadar fundos para a eletrodissecção – uma cirurgia pioneira para remoção dos tumores, que ajuda a evitar que eles cresçam de volta.


“Eu acho que as pessoas não estão olhando tanto para mim agora, ainda faço com que as crianças me olhem ocasionalmente, mas definitivamente já houve uma grande mudança”, disse ela ao jornal britânico The Sun.


“Agora eu já não tenho tantos tumores grandes no rosto e sinto que ganhei mais confiança desde a cirurgia.”

Parabéns por toda sua força, Libby!
Informações: The Sun Via Newsner
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