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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Esta mulher contou com detalhes como iria morrer dando à luz e todos achavam que ela estava louca. Então aconteceu.


Stephanie Arnold já era uma mãe para duas meninas, mas quando ela ficou grávida de seu terceiro filho, ela teve uma sensação ruim. Não era nervosismo de gravidez, não era medo do desconhecido - era uma premonição.









"Eu tinha 100 por cento de certeza de que iria morrer dando à luz ao meu filho", disse Stephanie. Ela contou a todos - seus amigos, sua família, seus médicos. Ela fez postagens públicas – cartas de despedida- nas mídias sociais meses antes dizendo que ela iria morrer na mesa de operações.
Mas, de onde veio isso? Por que ela estava sendo mórbida?
Amigos e familiares estavam preocupados, e os médicos não acreditavam nela, descartando suas preocupações.
Mas não era só isso; Stephanie sabia especificamente que ia morrer na mesa de operação, sofreria insuficiência renal e até mesmo necessidade de uma histerectomia (remoção do útero). Era como se ela tivesse uma visão precisa, mas horrível, do que estava por vir. Uma das últimas pessoas a quem ela contou foi sua anestesista durante sua última consulta médica antes do parto.
Era como um apelo inútil em que Stephanie não recebia ajuda; a anestesista percorreu o que seria a recuperação, e então Stephanie perguntou o que aconteceria no caso muito específico de as coisas acontecerem conforme sua visão.
"Ela disse que estava assustada com isso", disse Stephanie.
Mas, mesmo Stephanie pensando que a anestesista não ajudara em nada, ela acabou sendo crucial no final das contas. A anestesista acabou levando em consideração o que Stephanie disse e incorporou sangue extra e um carrinho de choque à sala onde ela daria a luz. O que acabou fazendo toda a diferença.
Stephanie acabou dando à luz a um bebê saudável antes da data prevista. Ela começou a sangrar e teve que ir às pressas para o hospital. Ela despediu-se de sua filha de 18 meses através de suas lágrimas, sabendo que seria a última vez que a veria. 
E então, as coisas acabaram acontecendo exatamente como sua visão. Três segundos após o nascimento de seu filho, ela morreu.


Stephanie teve uma parada cardíaca de 37 segundos, e durante esse tempo ela viu a equipe médica em ação, ela viu que era enfermeira dando-lhe a RCP, ela viu o que estava acontecendo com seu filho ao fundo do corredor, na outra sala, viu sua anestesista ao pé de sua cama, e ela viu seu médico, de pé ao seu lado dizendo repetidamente, "Isso não pode estar acontecendo. Isso não pode estar acontecendo".
O sangue de Stephanie não estava coagulando, ela teve um ataque cardíaco, seus rins estavam falhando e ela teve que passar por uma histerectomia, como tinha visto em sua premonição. O corpo humano geralmente tem 20 unidades de sangue - ela recebeu 60 unidades. Se o sangue extra e o carro de choque não estivessem disponíveis, Stephanie não teria ressuscitado.
Descobriu-se que ela teve uma embolia de líquido amniótico - onde o líquido amniótico entra na corrente sanguínea da mãe, uma ocorrência rara de 1 em 40.000, e Stephanie era alérgica ao fluido, causando uma reação horrível.
Quando Stephanie saiu de seu coma medicamente induzido, ela ficou traumatizada. Tudo o que ela previu que aconteceria aconteceu, e ela acabou buscando terapia para ajudar a passar pelo trauma. Mas, nessas sessões de terapia de regressão, ela descobriu que sabia muitas coisas que ela não deveria saber.


Mais tarde, quando perguntou ao médico se ela havia dito "Isso não pode estar acontecendo", seu médico ficou chocado. Ela disse a ela que tinha dito, mas apenas em pensamentos.
Stephanie sabia o que o marido estava vestindo, embora ele estivesse saindo de um avião e bem longe de onde ela estava, sabia o que a filha estava fazendo no corredor, o que os médicos e as enfermeiras faziam durante os 37 segundos onde ela estava tecnicamente morta. Não havia nenhuma maneira de ela estar consciente. 
Ela teve uma experiência fora do corpo. "Não posso lhe dar uma explicação médica para tudo isso", disse um de seus médicos.
Seus próprios médicos lhe disseram que normalmente, alguém em sua situação não teria sobrevivido, ou se sobrevivesse haveria uma chance muito alta de dano neurológico duradouro, e nada disso aconteceu com Stephanie.



Atualmente, ela é saudável, assim com os filhos, e trabalha em pesquisa sobre a embolia. Ela também escreveu um livro com sua história. 

Informações: the epoch times
Edição: NC
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