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terça-feira, 7 de novembro de 2017

Nos seus últimos 3 meses de vida esta menina escondeu bilhetes pela casa inteira. A história dela está rodando o mundo.


Elena Desserich era como qualquer menina de sua idade. Ela adorava desenhar (rosa era sua cor preferida) e queria ser professora quando crescesse. Mas, infelizmente, tudo mudou de repente: o câncer que os médicos detectaram em seu cérebro era incurável e eles lhe deram apenas mais três meses de vida. Para se certificarem de que ela aproveitasse seu tempo limitado, seus pais nunca contaram a ela o diagnóstico.





Não muito tempo depois disso, Elena ficou tão doente que teve problemas para falar e engolir. Para se comunicar com seus pais, ela começou a escrever bilhetes. Mas o que eles não sabiam era que Elena estava escondendo alguns desses bilhetes pela casa; obviamente ela sabia mais do que eles imaginavam.


Ela escondeu os bilhetes no meio das louças, nas gavetas, em livros... em todos eles ela dizia que amava sua família. Em um dos bilhetes ela até pediu perdão ao pai por estar doente. Elena morreu em agosto de 2007. Por meses seus pais encontraram bilhetes espalhados pela casa quando menos esperavam. Cada bilhete que eles encontravam era como um tapa, que os lembrava que sua filha havia partido, mas ao mesmo tempo uma bênção, que os lembrava que a filha deles os tinha amado no curto período em que esteve na Terra.
Alguns bilhetes apenas diziam "eu te amo", outros eram mais detalhados, com bonitos desenhos de corações. Alguns eram dicas para a irmãzinha dela, para que ela se preparasse para a escola. Com todos os bilhetes que coletaram, eles decidiram publicar um livro contando a história de Elena e compartilhar seus bilhetes com o mundo. Eles deram ao livro o título "Notes Left Behind" ("Bilhetes Deixados Para Trás", em tradução livre). Os pais de Elena estão doando os lucros para grupos de apoio à pacientes com câncer.


Descanse em paz, Elena. Obviamente ela era uma menina muito especial que amava muito a família. E, através desses bilhetes, sua memória permanecerá para sempre.

Informações: littlethings, via Não Acredito
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