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quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Mulher com seios gigantes usava sutiã quando ainda pequena e agora luta para reduzi-los: "Não aguento mais!"


Milhares de mulheres ao redor do mundo são capazes de fazer qualquer coisa (até loucuras) para conquistar seios fartos e imensos. No entanto, o contrário também pode acontecer.














É assim que a australiana Sheridan Larkman, de 23 anos, se refere ao decote tamanho GG, inflado pelos seios gigantes: "Estão arruinando minha vida". Ela diz que nunca se adaptou ao tamanho surpreendente, e natural, de seus seios: "Sempre quis escondê-los. Me incomoda. Pesa, não fica bonito em mim. Tem mulheres que sonham em aumentá-los, botar prótese. O meu é tirar grande parte disso tudo". Foi o que ela contou em entrevistas a jornais australianos e ingleses, após alguns desabafos nas redes sociais. Ela só pensa em fazer uma cirurgia para reduzi-los. Como o procedimento é caro na Austrália, terá que sair do país para ficar, como ela mesma disse "mais leve".


Ela é casada e tem duas filhas e revelou que além da dor, está ficando corcunda. E diz não aguentar mais nem o peso dos seios nem as intermináveis piadinhas na rua: "São iguais às que ouvia na adolescência, na escola... Expressões impublicáveis e coisas como 'tudo isso é seu? ', ou 'é natural? ' Gente que nem conheço, homens principalmente. É irritante".


Moradora de Trafalgar, cidade no sudeste da Austrália, ela está planejando viajar para outro país para fazer a cirurgia de redução dos seios.


"Meu marido, Beau, que sempre fez me sentir linda, também não suporta mais me ver lamentando por causa das dores. Ele adora o tamanho, mas me apoia", lembra. A operação na Austrália custa algo como R$ 37 mil: "Não temos essa grana toda. Temos filhas, que são nossas prioridades”. 


"Só quero poder correr com as minhas duas filhas, o que não posso fazer com esses seios descomunais. Mesmo se não correr, às vezes tenho dores horríveis nas costas. Parece que meu corpo não é adequado a esse volume todo na frente", lamenta


"Ninguém merece viver assim", completa. "É difícil até escolher uma lingerie adequada. Nunca tem do meu tamanho"
"Sou feliz, tenho minhas filhas, família. Gosto do meu corpo, mas não dos meus seios", diz. "Isso é verdadeiro. Não é modo de dizer, não."
Ela precisa encomendar os sutiãs, que, para o tamanho dela, custam em média R$ 297.


"Muitos acabam rasgando", confessa. "Parece que não consigo usar nenhum. Acabam rasgando”.
Ela diz que os seios começaram a crescer quando ela tinha 8 anos. "Já eram bem grandinhos quando eu tinha 10 anos", recorda-se.
“Por isso usava sutiãs de mulheres adultas já nessa época. As meninas da minha classe, não. Tinham peças normais, para seios que estão desenvolvendo”.
Por conta disso, ela era alvo de piadas dos colegas de sala: "Viviam dizendo: 'Olha isso, olha o que ela tem no meio do peito'. Viviam provocando. Pra uma criança isso é nocivo, é letal. Gerou muito complexo em mim, claro”.


Na adolescência, a situação não mudou — pelo contrário, os seios aumentaram. Ela ficou com medo deles "caírem, ficarem ainda mais estranhos”.
Sheridan tinha dificuldades em fazer atividades como dançar e praticar esportes
“Cheguei a ir a médicos e a um deles perguntei: "Meu corpo é normal?" Me respondiam: "O seios vão parar de crescer e se adequar a sua massa muscular”.
Entretanto, ela diz que cresceram ainda mais e passou a conviver com manchas na pele, causadas pelos sutiãs mais grossos e apertados para sustentar o peso.


Depois de casada e com filhas, ela não desistiu e foi ao médico mais uma vez, que, desta vez, constatou após pedir exames detalhados, que o tamanho dos seios está prejudicando a coluna. É necessário reduzi-los, ele sugeriu.


“Vou ter de economizar por um bom tempo. A viagem para ao exterior pode ser arriscada, mas estou pesquisando meticulosamente para achar um lugar decente e não arriscado para fazer a cirurgia”.

Informações: Daily Mail via Hora 7
Edição: NC
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