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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Mãe percebe cheiro de podre vindo da filha, médicos dão diagnóstico errado e a verdade só é revelada em outro pronto socorro.


De acordo com dados publicados pelo Up Social, Katerina Getsevich, a mãe de Accurisa, uma bebê de apenas 18 meses, começou a sentir um cheiro ruim vindo de sua filha. No início, ela pensou que poderia sair apenas com um banho, mas, mesmo lavando a garotinha diversas vezes, ela não conseguiu que o odor fosse embora.






Getsevich esperou por semanas, enquanto o cheiro aumentava, e ela não sabia o que fazer. Finalmente, depois de não encontrar respostas, ela levou a filha ao médico.

O doutor a examinou e notou que havia algo estranho em seu nariz... O que ele encontrou foi algo incrível: Um pedaço de uma esponja podre que era a responsável por produzir o cheiro. A esponja estava totalmente presa em sua pequena narina.



De acordo com o que foi relatado ao The Sun, a pequena espirrava e estava "congestionada", como se tivesse um simples resfriado. O que finalmente fez com que sua mãe a levasse ao médico foi que Accurisa começou a expelir secreções verdes. Em sua primeira visita ao médico, ela foi diagnosticada com um resfriado e receitaram antibióticos. Apenas após a sua segunda visita, já que os sintomas pioraram, que encontraram a esponja em seu nariz.
"Ela tinha um cheiro podre. Com uma pinça a arrancaram lentamente e perceberam que era realmente uma esponja", disse sua mãe.
Inconformada, Katerina disse não ter certeza de onde o pedaço de esponja surgiu e como foi parar no nariz da filha. Contudo, suspeitava que pudesse ser parte do revestimento de uma caixa de brinquedos. Enquanto Accurisa se recupera do incidente, Katerina resolveu divulgar a história para que outros pais pudessem ficar em alerta em relação ao que as crianças colocam no nariz.
Esta é uma excelente história que nos ajuda a pensar: As crianças são travessas e nessa idade colocam tudo na boca ou nariz. Se nossos filhos tiverem um problema de saúde que não tem sentido para nós ou até para os médicos, é bom começar a procurar por sinais ou sintomas que NÃO são lógicos. E ter muito cuidado com o que eles têm acesso... Quanto menores forem as coisas que os rodeiam, mais perigoso.

Informações: The Sun
Edição: NC
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