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quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Homem gay vai à delegacia após mulher o encurralar em festa e introduzir dedos em seu traseiro. Agora ele briga com a justiça.


Um homem gay revelou como ele foi conduzido à beira do suicídio e sofreu transtorno de estresse pós-traumático após um ataque sexual.







Frank McGowan, de 36 anos, de Glasgow, foi atacado por Cheryl Cottrell, 30 anos, em uma festa, depois de fazer vários comentários "doentios" após descobrir que ele era homossexual.



Ela perguntou se ele dormiria com ela e ficou brava quando Frank tentou afastar seus avanços agressivos. A mulher então o seguiu até a cozinha e o agrediu sexualmente quando ele se inclinou para pegar algo, "violentamente empurrando seus dedos para dentro dele". 


"Ela não parou e eu tive que usar todas as minhas forças para empurra-la", ele disse ao jornal, acrescentando que foi tão forte que ele estava até sangrando.


Cottrell foi considerada culpada por agressão sexual e foi ordenada a cumprir 120 horas de serviço comunitário. Ela também foi colocada no registro dos infratores sexuais. 


Rape Crisis Scotland disse que, sob a lei escocesa, o uso de dedos para penetrar não conta como violação. McGowan, cineasta, disse que o castigo não equivaleu a o crime cometido e disse que sua vida havia sido destruída pelo ataque.
Ele revelou que terminou o relacionamento com seu parceiro, foi forçado a mudar de casa, além disso, relatou sofrer de flashbacks, ataques de pânico severos e desenvolver transtorno de estresse pós-traumático e assumiu cogitar o suicídio.
"A experiência me destruiu", disse ele. "As coisas ficaram tão ruins, que eu tentei tirar minha vida. Felizmente, um amigo próximo me deteve no último minuto, mas nunca superarei o que aconteceu comigo. Ainda me sinto vazio, sem esperança e chateado. Eu me senti como o único cara no mundo que passou por essa violência nociva”. 


Cottrell negou o ataque, no entanto, foi considerada culpada de agressão sexual após um julgamento na Sheriff Court de Glasgow.
McGowan disse que o castigo não coincidiu com o crime e afirmou que ela tinha saído impune.
"O castigo foi ridículo. Foi-me dito que, se fosse um homem fazendo isso com uma mulher, a sentença seria de cinco anos de prisão", disse ele. 
Ele acrescentou: "A pior parte foi Cottrell achar aquilo hilário e não mostrar sinais de remorso”.

Informações: Daily mail, Metro
Edição: NC
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