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segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Mulher manda vídeo assustador com o filho para o celular do marido ao imaginar suposta traição


É lamentável, mas alguns adultos são incapazes de reconhecer o nível de compromisso com a parentalidade para garantir sempre a saúde e bem-estar das crianças. Às vezes, essa violência é causada por distúrbios emocionais e problemas no relacionamento, onde as vítimas são geralmente as crianças, que acabam sendo abusadas e manipuladas.



Um caso específico tem gerado muita polêmica e indignação em toda a internet. A tailandesa Nareumon Jampasert, de 28 anos, temia que seu marido a estivesse traindo com outra. E ela não pensou em outra forma de chamar atenção que não fosse usando o que ele mais ama no mundo: o filho deles. 
Seu marido, Jakrit Saisupan, de 32 anos, tinha passado mais tempo do que o normal no trabalho e não respondia às chamadas de Nareumon. Para se vingar do marido, ela gravou um vídeo com o celular no qual enforcava seu filho de um ano com uma corda.


Depois de jogá-lo na cama com força brutal, ela ameaçou o marido: "Você se preocupa muito com as pessoas. Este é o seu filho. Isto é uma corda. Olhe para ele, não está morto, ainda não o matei. Eu o levarei para morrer em algum lugar. Se você não voltar para buscá-lo, terá que esperar para ver o que acontecerá hoje, caso não atenda o telefone."



Ao receber o vídeo perturbador, Jakrit o encaminhou para sua mãe e sua irmã, que o compartilharam nas redes sociais para pedir ajuda e chamar a atenção da polícia. Quando a polícia chegou ao apartamento da mãe, eles a detiveram e se apressaram para comprovar que o menino não estava ferido. O pequeno, felizmente, não apresentava ferimentos e nem danos físicos sérios. 
Porém, a criança havia sofrido danos psicológicos. Os maus tratos traumatizantes que Nareumon provocou no filho pode lhe custar a custódia. Em lágrimas, em uma coletiva de imprensa, a mãe declarou: "Peguei o bebê e queria fazer algo que ferisse meu marido."


Agora, a justiça determinará se a mãe realmente terá direito de passar mais tempo com o próprio filho ou não. Esperamos que, qualquer que seja a decisão, o pobre menino não volte a passar por algo assim. 

Informações: Não Acredito / Viralistas / Daily Mail
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