Páginas

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Mulher adota bebê rejeitado e 28 anos depois recebe uma notícia devastadora


Ingeborg McIntosh passou por maus bocados para adotar seu filho Jordan.
Ele era recém-nascido quando ela o abrigou em lar temporário. Durante quatro anos, Ingeborg lutou para convencer a mãe biológica que a deixasse adotar o menino, mas ela queria de qualquer jeito que ele fosse viver com uma família negra.


Mais tarde, quando ninguém mais demonstrou interesse em Jordan, Ingeborg pôde finalmente adotá-lo.


“Quando me entregaram o bebê no colo, foi amor à primeira vista”, conta Ingeborg.

No entanto, 20 anos depois, a relação dos dois deu uma guinada dramática.


A família de Ingeborg McIntosh cuidou de 125 crianças em lar temporário, ao longo dos anos, mas nenhuma conquistou seus corações como Jordan.

“Ele já era parte da família, não importava o que dissessem”, disse Ingeborg.

Duas décadas mais tarde, Ingeborg recebeu uma notícia devastadora. Ela sofria da doença renal policística e precisava de um transplante.
Jordan não podia simplesmente ficar parado enquanto a mãe sofria. Ele decidiu agir, sem que a mãe soubesse dos seus planos.


Ele marcou uma consulta para checar se era compatível e poderia ser o doador do rim. E sim, era compatível!

“Foi como se eu ouvisse um chamado na vida”, conta Jordan. “Felizmente, posso fazer mais por ela quando ficar mais velho, mas por enquanto, isto é o mínimo que posso dar”.


Ingeborg insistiu que Jordan não levasse seus planos adiante, mas ele já tinha decidido.


Quando Jordan fala da mãe, seu amor e devoção ficam claros. Ele mal consegue falar sobre a bondade dela sem chorar.


“Tudo o que ela fez por mim desde que eu era pequeno… Eu só quis retribuir e mostrar a ela o quando eu a amo”, disse.


Apesar dos obstáculos iniciais no processo, McIntosh estava determinada a ter Jordan como seu próprio filho. Mal sabia ela que ele devolveria esse amor. Independentemente disso, sua história é um ótimo exemplo de que as famílias adotivas podem ser tão favoráveis ​​e amorosas quanto as biológicas.

Informações: Newsner
Edição: NC
Comentários
0 Comentários

Nenhum comentário :

Postar um comentário