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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Família critica pronto socorro após perceber parente com mãos quentes e batimentos cardíacos durante velório


Médico usou medidor de pulso durante velório e aparelho apresentou oscilação
Uma família do distrito de São José, em Santa Helena, na região oeste do Paraná, está intrigada com a morte de Neymar da Silva, de 44 anos. Segundo os parentes, o homem, que teria morrido de infarto, voltou a apresentar batimentos cardíacos durante o velório.





Sirlei da Silva, irmã do falecido, contou que Neymar sofreu um infarto a noite e foi levado às pressas para uma unidade de saúde da região, onde atestaram sua morte. O corpo foi encaminhado para uma funerária e depois levado até a cidade de Santa Helena, onde seria velado e sepultado.
Na manhã do dia seguinte, a família achou estranho o fato de o corpo de Neymar ainda estar quente. “Minha mãe percebeu que ele ainda estava com as mãos e o rosto quentes. Nós achamos que ele deveria estar mais pálido. Então chamamos um médico”, contou a irmã.
Ainda segundo ela, dois médicos do Pronto Socorro Municipal de Santa Helena foram até a Capela Mortuária e usaram um medidor de pulso no dedo do homem supostamente morto. O equipamento apresentou oscilação de batimentos. “Pelo aparelho ele tinha entre 70 e 90 batimentos por minuto”, afirma Sirlei.



O corpo foi levado para o Pronto Socorro, onde ficou por aproximadamente 40 minutos. A equipe médica afirmou que o homem estava realmente morto, e que a oscilação no pulso é um fenômeno comum em pessoas jovens que morrem de infarto. O falecido tinha 44 anos.



A família do morto acredita que houve um erro no primeiro diagnóstico da morte. “Se tivessem avaliado direito na primeira vez, quem sabe, ele tivesse recebido atendimento e pudesse ter sobrevivido”, lamenta a irmã.

Informações: R7
Edição: NC
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