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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Doença conhecida como histeria feminina era tratada com massagem genital feita pelo médico no século 19


No passado o desejo sexual das mulheres era tido como doença, onde apenas os atributos masculinos poderiam curá-las, já que eram colocadas em uma posição social de fraqueza e instabilidade.




Isso fez com que a histeria feminina fosse um diagnóstico comum que, mas, que hoje dia, está completamente desacreditado. Em 1859, um médico chegou a dizer que um quarto de todas as mulheres sofria com histeria feminina. Outro médico catalogou 75 páginas de sintomas que caracterizavam a histeria feminina. De acordo com o documento, quase todos os males que o corpo humano sofre, independente do motivo, poderiam ser caracterizados como sintomas da doença. Acreditava-se que a “vida moderna” do século XIX fazia com que as moças fossem mais suscetíveis a desenvolver histeria. E isso não é o mais chocante. 



Como a histeria era associada com insatisfação sexual, o médico fazia “massagens pélvicas” na moça até que elas passassem por “paroxismo histérico” – em outras palavras, o médico masturbava a paciente até que ela tivesse um orgasmo. E, estranhamente, eles diziam que apesar das pacientes não terem risco de morte, elas precisavam de tratamento constante – não vamos esquecer que eles eram pagos pelas massagens pélvicas. 



Em 1873, o primeiro vibrador foi inventado para propósitos médicos – eles eram apenas disponíveis para os médicos que os usavam e não para as moças insatisfeitas diretamente. Posteriormente, o aparelho se popularizou e as moças puderam comprar seus companheiros sem a “interferência médica”.
Durante o curso do início do século 20, o número de diagnósticos de histeria feminina diminuiu drasticamente, e hoje já não é reconhecida como uma doença.
Muitos dos sintomas da “doença” do século XIX lembram algo muito o período que antecede o ciclo menstrual das mulheres. Seria a TPM a nova histeria feminina? Deixe sua opinião nos comentários.

Informações: Listverse, via Hypescience
Edição: NC
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