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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Cadelinha da raça Podengo é encontrada no lixo com focinho e pernas amarrados. Eu fiquei chocado com o depoimento dos socorristas.


Todos os dias, as organizações de defesa dos animais recebem chamadas de emergência de pessoas que encontraram animais em condições miseráveis. Desta vez não foi exceção: a associação "Pupekas", de Almería, Espanha, foi alertada sobre uma cadelinha abandonada que se encontrava em péssimo estado. 






Quando uma das voluntárias chegou perto dela, descobriu que se tratava de uma cadela da raça Podengo, que tinha sido abandonada à sorte. Ela tinha sido deixada no lixo com o focinho e pernas amarrados, para que ela não pudesse latir, beber água e nem andar.





Sim, há muita gente cruel neste mundo, que jamais conseguiremos compreender. Se não queriam mais ter a cachorrinha, por que não lhe deram para adoção? Deixá-la atada sob o sol do verão era uma sentença de morte. 
O corpo da Podenga estava ardendo devido ao calor, ela estava desidratada e quase inconsciente. Ela teria poucas horas de vida se continuasse nessa situação. Após algumas análises, eles também descobriram que a cadela havia tido cachorrinhos recentemente, que não estavam nos arredores. 



A associação a levou urgentemente ao veterinário, e depois a um refúgio, onde começou sua recuperação. Lá, eles lhe deram o nome de Esperanza, por causa do famoso ditado que diz "a esperança é a última que morre." E, incrivelmente, apesar das terríveis condições em que se encontrava, Esperanza conseguiu seguir em frente e sobreviver. 
Mas a história da cachorrinha não acaba aqui. Apenas alguns dias depois, Esperanza encontrou um novo lar! A família foi buscá-la e já compartilhou belos vídeos, onde podemos vê-la feliz com seus novos humanos. 



É sempre uma alegria quando essas histórias têm um final feliz. No entanto, as histórias de abuso animal parecem se repetir infinitamente. Lembre-se de compartilhar com seus amigos e familiares para que essas coisas não aconteçam mais. 



Informações: La nube de algodón, via Não Acredito.
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