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segunda-feira, 24 de julho de 2017

Vida de mulher acaba de forma trágica após uso de pilulas anticoncepcional


Imagem de reprodução
Abbey Parkes, uma jovem inglesa de 20 anos, tinha uma vida maravilhosa. Trabalhava em um escritório de advocacia, morava com o namorado, e todos à sua volta a adoravam. Nada parecia ir mal, salvo um pequeno detalhe que passou completamente despercebido ao longo dos anos e que terminou em tragédia. 






Um dia, Abbey morreu de maneira repentina. Foi em agosto de 2016, e a notícia deixou seus familiares devastados. Ninguém entendia o que tinha acontecido. O irmão dela a encontrou inconsciente em casa, e ela já não respirava. A causa da morte havia sido uma parada cardiorrespiratória, mas tinha mais coisa por trás dessa tragédia... algo tinha que ter provocado isso. 


Duas semanas antes de sua morte, Abbey começou a sentir dores do lado direito do corpo, assim como náuseas e dor de cabeça. A jovem não hesitou e foi logo ao médico, que lhe receitou analgésicos sem dar muita importância ao assunto, pois ela não apresentava nenhum sintoma que ameaçasse sua vida. Mas, na realidade, ele estava muito enganado.
Somente agora, depois da autópsia ter sido realizada, é que veio à tona a verdadeira razão de sua morte: uma embolia causada por uma doença hereditária, que ela desconhecia, e pelo uso de pílula anticoncepcional, causando a mistura mortal. 
Abbey tomava anticoncepcional desde os 14 anos. Isso não é incomum: o uso da pílula se populariza cada vez mais com o passar dos anos. Atualmente, milhões de mulheres confiam nesse método contraceptivo, que tem 99% de eficácia contra a gravidez, entre outras numerosas vantagens. Mas essas pílulas são perigosas quando a mulher tem alguns tipo de doenças, e, apesar disso, elas costumam ser receitadas sem que antes seja feita uma investigação profunda do histórico médico da paciente.
A pílula que Abbey tomou durante 6 anos teve um efeito fatal associado à sua doença hereditária não diagnosticada: a jovem inglesa tinha uma transtorno conhecido como Fator V de Leiden (um transtorno de hipercoagulabilidade), mas nem ela, nem os médicos, tinham conhecimento. Só descobriram quando a autópsia foi realizada. 
Ao tomar a pílula, se formou um coágulo de sangue, e isso, somado à sua doença, provocou na jovem uma embolia pulmonar (quando o coágulo se desprende e viaja até órgãos vitais - coração, pulmão, cérebro - e se aloja em veias ou artérias desses órgãos, causando o bloqueio do fluxo sanguíneo), causando a parada cardiorrespiratória responsável por sua morte. 
Sua família não acredita no ocorrido. Pensar que uma atitude cotidiana para muitas mulheres, como é tomar a pílula, possa ter tamanho impacto em seu corpo é assustador. O certo é que se Abbey tivesse sabido de sua doença, essa morte trágica poderia ter sido evitada, usando outros métodos contraceptivos e recebendo o tratamento adequado. Mas, muitas vezes, nosso corpo é realmente um mistério. 



Se tem algo que podemos aprender com esta história triste é que não se pode dar as coisas como certas, pois, muitas vezes, as piores doenças são as que não apresentam nenhum sintoma. Que a morte de Abbey nos sirva como alerta para que esse tipo de tragédia não volte a acontecer.



Fonte: Dailymail, Antena3, The Sun, via Não Acredito
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