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segunda-feira, 17 de julho de 2017

Rapaz obrigado a ejacular em pote quando adolescente agradece os pais 22 anos mais tarde


Imagem de reprodução

O americano Jason Kotas, de Denver, e sua esposa Emily curtem juntos o novo membro da família: o pequeno Sam, que nasceu há alguns meses. Mas o pequeno foi "criado" 22 anos atrás.
 


Voltemos a 1995. Diagnosticaram o então adolescente Jason com câncer nos ossos. Ele tinha um tumor do tamanho de uma bola de beisebol atrás do ombro esquerdo. Já internado no Hospital Infantil do Colorado, os médicos disseram que tinham que operá-lo para retirar o tumor, e que ele também deveria se submeter a um ano de sessões de radio e quimioterapia.


Os médicos o advertiram de que essas sessões podiam deixá-lo infértil, e, pensando no futuro, os pais de Jason tiveram uma ideia que mudaria a sua vida: congelar seu esperma para quando quisesse ter filhos. Jason, com pouca idade na época, tinha muitas coisas na cabeça naquele momento para pensar nesse assunto, mas seus pais disseram "esses são nossos netos", referindo-se ao esperma.
A operação e o tratamento correram bem e Jason superou a doença sem maiores problemas. 15 anos mais tarde, o jovem voltou ao Hospital Infantil do Colorado, desta vez como gerente dos serviços de emergência. Lá, ele conheceu Emily, que seria sua futura esposa.



Depois do casamento, Jason e Emily queriam ter um bebê, e diante da impossibilidade de fazer isso da maneira mais tradicional, o rapaz lembrou do que seus pais o fizeram fazer há 22 anos. Eles poderiam usar o esperma congelado!
Emily ficou grávida por fertilização in-vitro, e, graças ao planejamento de Jason e seus pais, pôde dar à luz Sam, seu primeiro filho. "É fascinante que a metade do pequeno Sam tenha sido criada há 22 anos", conta Emily, com um grande sorriso. 



É interessante que a criação do pequeno tenha tido início há 22 anos. A incomum história dessa família teve um final mais que feliz. Agora os três estão juntos, saudáveis e desfrutando a vida de pais de primeira viagem. Esperamos que eles sejam muito felizes!



Fonte: Littlethings, via Não Acredito




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