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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Pais ficam arrasados ao verem barriga da filha crescer sem parar e médicos diagnosticar a irmã gêmea com os mesmos sintomas


Imagem de reprodução
No dia 4 de julho e 2007, Alissa e Michael Dunn deram as boas-vindas às gêmeas idênticas Isabella e Madeline. Os jovens pais não se cabiam de alegria: poucos dias depois do parto, voltaram para casa com suas bebezinhas saudáveis. Ou pelo menos era o que eles pensavam. 






Apenas dois meses depois, uma visita rotineira ao pediatra lhes deu um grande susto: ele notou que o estômago de Madeline estava inchado. "Dava para ver como o rosto do médico tinha mudado. Nós dois sabíamos que não era um diagnóstico comum", relembra Michael. 


Madeline foi submetida a um ultrassom. "Nós pensávamos que era impossível ser câncer, pois ela era muito nova. Mas era", confessa Alissa. De fato, os resultados confirmaram que, aos dois meses de idade, Madeline tinha desenvolvido um tipo de câncer infantil pouco comum
Mas pouco depois, os médicos tinham mais notícias ruins. Como se não fosse o bastante para os pobres pais, a irmã da bebê, Isabella, começou a apresentar os mesmos sintomas. Os exames confirmaram os piores presságios: as irmãs tinham o mesmo tipo de câncer, exatamente no mesmo lugar. 


O estado das duas piorou progressivamente e os médicos, ao verem que seus fígados já estavam cheios de células cancerígenas, não podiam fazer nada além de um forte tratamento de quimioterapia e isolar as pequenas, que não podiam nem ser tocadas pelos pais. 

Porém, numa tentativa de fazer as pequenas terem o apoio uma da outra, os médicos reuniram Isabella e Madeline durante a segunda rodada de quimioterapia. E pela primeira vez em muito tempo, as pequenas melhoraram tanto a saúde quanto o ânimo. "Nos deixaram juntá-las pela primeira vez e elas se reconheceram. Elas começaram a se tatear e sorrir, algo que não tinham feito em um mês", disse Alissa. 



A melhora foi tal que em poucas semanas puderam voltar à casa, onde continuaram seus tratamentos. E, meses depois de receberem a notícia fatal, finalmente chegou a que todos esperavam. Era 14 de dezembro e a família estava reunida em casa. A árvore de Natal já tinha as luzes acesas. O telefone tocou e a voz do outro lado soou como um milagre de Natal quando lhes informaram que não havia rastros da doença em nenhuma das gêmeas. 
Agora, elas comemoraram seus aniversários livres de câncer. As possibilidades de gêmeas idênticas nascerem com uma doença rara no mesmo lugar do corpo parece muito pouco provável. Mas igualmente pouco provável era que as duas se recuperassem sem sequelas, e foi o que aconteceu!






Fonte: Littlethings, via Não Acredito




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