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terça-feira, 11 de julho de 2017

Mulher corre durante 21 horas e quando tira o shorts fica aterrorizada com o aparecimento de bolhas bizarras em suas pernas


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Neste momento, enquanto lê este artigo, você provavelmente está em casa na frente do computador ou olhando seu celular no ônibus a caminho do trabalho. Mas com certeza os seus antepassados de, digamos, 100 anos atrás passariam muito menos tempo sentados. Esse estilo de vida sedentário pode ser um problema, por isso, é importante fazer esportes para exercitar seu corpo. Mas o caso de Julie Nisbet mostra que levá-lo ao extremo também pode ter consequências fatais. 



A maior paixão da inglesa Julie, de 34 anos, é correr. Essa mãe de dois já havia terminado um total de 11 maratonas quando decidiu embarcar no maior desafio de todos: correr uma ultramaratona. Como o nome já sugere, terminar esse percurso seria uma tarefa heróica. 



Julie e os demais corredores tinham que percorrer a distância que separa as cidades de Carlisle e Newcastle: um total de 110 km. Além disso, o dia da corrida estava bem ensolarado. Julie usou filtro solar no início, mas não durante todo o trajeto. 


A mulher cruzou a linha de chegada após 21 horas. Depois do esforço sobre-humano, o seu corpo pagou caro. Ao chegar em casa, ela enfaixou as pernas, pois estavam muito queimadas. 
Mas quando tirou os curativos no dia seguinte, ela tinha bolhas de pus infectadas horríveis. 



Ela foi rapidamente ao hospital, onde drenaram a maior parte do pus de dentro das "bolsas" que formavam as bolhas. Agora, ela terá que passar 6 semanas com as pernas enfaixadas até que sarem. "Eu já perdi 2 kg", conta Julie, "e quando tirarem a segunda camada de pus laranja, provavelmente perderei outros 2 kg."



"Agora, eu me esqueci da alegria de terminar a ultramaratona por causa da agonia que estou passando com as queimaduras. O suor e a água tiraram a camada de filtro solar que eu tinha colocado na parte traseira das minhas pernas, e as temperaturas eram muito altas", ela completa. 



Felizmente, sua recuperação vai bem e logo ela poderá tirar os curativos e voltar lentamente à normalidade. 


Nas épocas de verão, quando o calor se intensifica, nunca é uma boa ideia acreditar que o sol não nos afetará. Casos extremos como o de Julie devem servir como alerta para as consequências de não se proteger do sol. Ela está otimista e disse que "são apenas cicatrizes, certamente viverei para correr mais um dia", mas cuidado para não se arrepender de praticar exercícios no sol. Não vale a pena! 

Fonte:  Dailymail, The Sun, via Não Acredito






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