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segunda-feira, 19 de junho de 2017

Menina volta para a casa e contradiz os médicos após pais escolherem caixão e música para seu funeral


Imagem de reprodução
Abby Furco, agora com 10 anos, não consegue mais se lembrar de uma época da sua vida que não estivesse terrivelmente doente. Ela foi diagnosticada com leucemia quando tinha apenas 4 anos. 

De acordo com os médicos, a gravidade da doença não dava espaço para otimismo: A probabilidade de Abby sobreviver era de 20%. Com poucas esperanças, seus pais estavam devastados. 
Pelos próximos seis anos, Abby lutou bravamente com vários tratamentos diferentes, incluindo transplantes de medula óssea, quimioterapia e radioterapia.



"Nós a mantivemos cercada de amor, pois sabíamos que poderíamos perdê-la a qualquer momento", disse Patty, a mãe de Abby. "Houve momentos que nós não sabíamos se ela iria aguentar. Ela teve tanta infecção que poderiam ter acabado com sua vida. Tudo o que pudemos fazer foi assisti-la lutar."



No outono de 2013, ela parecia ter superado a pior parte. Abby pôde voltar à escola, jogar futebol, entrar para os escoteiros e basicamente viver sua vida como qualquer outra criança.
No entanto, o câncer retornou no ano seguinte e estava pior do que nunca. "Ela ficou completamente imobilizada. Qualquer movimento doía e ela mal falava", disse Patty.



Mesmo tendo recebido outro transplante de medula, seu corpo rejeito o tecido e ela ficou ainda mais doente. Seus rins começaram a falhar. Enquanto seus pais se preparavam para o pior, Abby só conseguia ficar acordada por cerca de uma hora por dia. Os médicos lhes disseram que era hora de dizer adeus, então eles prepararam as irmãs de Abby para o inevitável. Seus avós viajaram para o local para ver a neta pela última vez. 
Os pais de Abby voltaram sua atenção para a tarefa dramática de preparar um funeral - para a própria filha. Eles escolheram um caixão e pensaram na música para tocar.
Abby foi tirada das máquinas de diálise e levada para casa. Os médicos estimaram que ela só sobreviveria por mais 48 horas sem os aparelhos.


Então, de repente, nas profundezas do desespero, algo milagroso aconteceu. Abby acordou e disse estas palavras inspiradoras para seus pais: "Eu ainda tenho tanto a viver."
Ninguém poderia imaginar o que aconteceria depois. Família, amigos e médicos assistiram incrédulos e felizes enquanto ela ficava mais forte, recomeçava a anda e lutava bravamente pela sua vida durante meses. Os médicos admitem que não há explicação médica para sua recuperação. "Ela tem tido altos e baixo, mas se continuar assim, ela vai fazer todos nós parecermos idiotas", disse Dr. Jacob Wessler, o oncologista de Abby. "Ela tem desafiado todas as probabilidades."




Agora, Abby está em remissão. Seu prognóstico permanece incerto, mas sua família está cheia de esperança.
"Nós a vimos morrer e voltar à vida", disse Patty. "Agora, nós estamos olhando para o futuro."
Que história marcante. Essa jovem menina tem mais força interior e de vontade do que você acreditaria ser possível. Você consegue, Abby! 

Fonte: So Share This, via Não Acredito
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