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sexta-feira, 16 de junho de 2017

Dentista publica imagens da boca de paciente usuário de drogas nas redes sociais e deixa todos chocados


De renome mundial, o dentista Dr. Howard Farran, que também é escritor, conferencista e CEO da Dentaltown.com, uma comunidade online para dentistas e publicação de artigos sobre o assunto, aparentemente já tinha visto de tudo em seu ramo. No entanto, ele recentemente compartilhou imagens em seu Facebook relatando uma desagradável surpresa.




Embora a publicação não estivesse relacionada com dentes, ela mostrava um caso específico de perfuração palatina de um paciente devido ao abuso de cocaína. As fotos, bastante desagradáveis, são exemplo de algo muito comum entre os usuários crônicos. No entanto, enquanto que o paciente apresenta um caso grave, em algumas pessoas a lesão pode ser menos perceptível.








A cocaína é conhecida por restringir os vasos sanguíneos do corpo, especialmente no palato, que por sua vez sucumbe à erosão devido à falta de oxigenação a área. Consequentemente, o tecido vai morrendo devagar, resultando na característica perfuração. Muitos pacientes sequer consideram procurar ajuda médica, por medo ou vergonha, uma vez que o diagnóstico poderá revelar o abuso de substâncias.





Ainda que o uso de drogas seja controlado depois, o palato não é capaz de se reconstruir, e, portanto, haverá a necessidade de uma cirurgia de correção.
Embora a perfuração não seja imediatamente uma ameaça à vida, a lesão pode levar a uma série de problemas envolvendo as duas cavidades, uma das quais seria a dificuldade para a ingestão de líquidos. Alimentos e bactérias, bem como muco e fleuma, também podem passar pelo buraco, causando desconforto e outros problemas.


Dr. Farran alerta que o caso de perfuração de palato requer atenção médica imediata, e que as pessoas não devem se sentir envergonhadas de relatar o problema. Possível de se tornar cada vez maior se não cuidado, ele basicamente acabará causando o apodrecimento das narinas de uma forma que nem a cirurgia poderá resolver.



Providr, via Jornal Ciência
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