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quinta-feira, 8 de junho de 2017

Cabeça de morto é exposta em pote de vidro na faculdade de medicina.


Imagem de reprodução
Morto em 1841, Diogo Alves, teve sua cabeça exposta na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, em Portugal.
Mesmo com a cor desbotada, ela está conservada em um frasco de vidro contendo formol. À primeira vista, Diogo parece ter sido um rapaz bem tranquilo, porém ele foi o primeiro serial killer de Portugal. Ele matou durante sua vida cerca de 70 pessoas. Seu plano era sempre roubar, matar e atirar os corpos no Aqueduto das Águas Livres – ponto famoso do país. Em fevereiro 1841, ele foi preso depois de ser pego ao invadir a casa de um médico e matar todos os moradores.
Você deve estar se perguntando por que a cabeça de Diogo foi preservada, certo? Isso aconteceu para que estudos de frenologia, hoje conhecida como pseudociência, fossem realizados. Esse campo buscava entender as partes do cérebro com que acreditavam ter relações com os traços da personalidade. Essa ciência acreditava que a cabeça criminosa possuía nódulos cerebrais que poderiam ser apalpados.


Foi buscando entender a cabeça de criminosos, que médicos conservaram a cabeça de Diogo. No entanto, não há provas de que pesquisas frenológicas foram realmente feitas em seu cérebro.


Diário de Biologia, via Jornal Ciência
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