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quarta-feira, 3 de maio de 2017

Um homem deixou o cachorro do lado de fora e entrou na barbearia. Mas o que aconteceu em seguida é horripilante.


Imagem de reprodução
Na pequena rua Chanoinesse, Ile de la Cite, Paris, na França acontecia uma série de eventos bizarros no século 14.

Nessa rua, a aristocracia gourmet fazia suas compras de alimentos, como os patês de carne, feitos por um chefe de cozinha local.



Acredita-se que até o Rei Charles VI visitasse o local para provar desta iguaria. Muitos queriam saber o segredo do chef para conseguir um patê de carne tão delicioso.



O açougue onde o patê era produzido ficava próximo a uma barbearia, sendo que o chef e o barbeiro eram bons amigos. Mas, o que eles faziam no porão do açougue era nefasto. O barbeiro atraía clientes estrangeiros e os levava para o porão. Chegando lá, ele cortava a garganta deles com uma navalha.
As vítimas eram estrangeiras pois assim ninguém perceberia quando elas sumissem. Depois, o chef levava os corpos para o açougue e preparava o famoso patê. Portanto, o segredo do patê de carne era carne humana. Esse trabalho em conjunto macabro durou entre os anos de 1384 e 1387, e se não fosse por um cachorro, poderia ter durado ainda mais.
Um dos estrangeiros que foi atraído para a barbearia tinha um cachorro, que ficou do lado de fora esperando seu dono. Ele também tinha uma esposa, que, após ficar preocupada com o sumiço de seu marido, saiu para procurá-lo. Foi então que ela encontrou o seu cachorro na frente da barbearia e resolveu chamar a polícia para saber o que aconteceu. Quando a polícia investigou o local, foi encontrada uma pilha de corpos humanos, e o barbeiro e o chef foram presos.
Como punição, eles foram queimados vivos e suas lojas foram destruídas.Depois deste episódio macabro, ninguém mais frequentava a rua Chanoinesse. Somente 100 anos depois, ela passou a ser frequentada novamente, sendo que algumas construções foram restauradas e algumas pedras que existiam no porão ainda se encontram por lá.

Informações: Messynessy, via Jornal Ciência
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