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sexta-feira, 5 de maio de 2017

Esta jovem estava em coma no hospital após sofrer um acidente. Mas quando os médicos tentaram desligar as máquinas, algo inacreditável aconteceu.


Imagem de reprodução
Sam Hamming, uma estudante britânica de 22 anos, perdeu uma orelha, quebrou o pescoço e sofreu danos cerebrais graves em razão do impacto causado por um capotamento de carro.










Ela então foi colocada em coma e os médicos avisaram os pais que se preparassem para o pior. Após 19 dias do incidente, a família foi aconselhada a desligar o suporte de vida. No entanto, momento antes de o fazer, Sam foi capaz de sinalizar com um dos dedos dos pés que ainda estava bem. Agora, apesar dos danos sofridos, ela reaprendeu a andar e falar e ainda mantém o sonho de um dia se tornar advogada, segundo informações do jornal inglês Daily Mail.


Hamming foi apelidada de “milagre ambulante”, após ter conseguido mexer os dedos momentos antes de ter sua vida encerrada pelo desligamento dos aparelhos. A jovem sofreu ferimentos graves na cabeça no momento em que o carro em que viajava com o namorado, Tom Curtis, de 21 anos, capotou. O rapaz sofreu ferimentos leves, mas o impacto da colisão fez com a cabeça de Sam atravessasse a janela, ao passo que acabou perdendo uma orelha, quebrou ossos no pescoço e braços, e sofreu graves lesões no cérebro.
Sem qualquer esperança de recuperação, ela foi levada ao hospital, onde os cirurgiões realizaram uma operação de seis horas antes de colocá-la em coma induzido. No entanto, pouco mais de duas semanas depois, eles confirmaram a morte cerebral e aconselharam os pais a desligarem os 
“Nós nos reunimos no quarto dela e começamos nossas despedidas. Eles desligariam a máquina e eu gritei”, disse a mãe, Carol. “Mas, incrivelmente, Sam balançou o dedo grande do pé” e os médicos rapidamente a tiraram do coma induzido.
Dias depois, ela já mostrava sinais de melhora e até conseguia respirar sozinha. Ainda, para surpresa de todos, em apenas oito semanas, recebeu alta.



Agora, Sam, que antes do acidente cursava Direito pela Universidade de Bangor, reaprendeu a falar e andar. Mesmo com uma parte do cérebro danificada, ela reafirmou seu desejo de retomar os estudos para se tornar uma advogada. “Minha fala está boa e eu quero melhorar ainda mais. Antes do acidente, eu queria ser uma advogada e essa ambição não mudou. Eu ainda quero seguir a carreira”, disse ela.




Daily Mail, via Jornal Ciência
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