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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Os médicos apertavam sua barriga e os ossos da bebê partiam. 6 anos depois, ninguém imaginava que ela ficaria assim.


Imagem de reprodução
O primeiro filho costuma ser, de maneira geral, o mais difícil de criar, especialmente para pais jovens. Os californianos Chelsea e Curtis Lush esperavam com expectativa a chegada de sua primeira filha ao mundo, mas os ultrassons revelaram que algo ia mal desde o início. Foi assim que eles souberam que tinham diante de si o desafio mais difícil de suas vidas. 




No quinto mês de gravidez, os médicos descobriram que, ao pressionar o ventre de Chelsea, os ossos de sua bebê se arqueavam com a pressão e se rompiam dentro do útero. Além disso, o desenvolvimento de suas pernas estava 6 semanas mais atrasado do que o normal.


Diagnosticaram a bebê com osteogênese imperfeita, uma doença conhecida comumente como ossos de vidro. "Nos disseram que ela não chegaria até seu primeiro aniversário", relembra Chelsea. "Um especialista nos recomendou que a abortássemos".

Mas os jovens pais não queriam perder sua primogênita e decidiram trazê-la ao mundo. Deram a ela o nome de Zoe. Ao nascer, os médicos a diagnosticaram com osteogênese imperfeita tipo III, não a tipo II, que era o que imaginavam anteriormente. Essa era uma boa notícia, já que é possível se viver com a tipo III, mesmo que ela ainda seja muito séria. Depois de uma semana no hospital, eles puderam levar Zoe para casa. 




Mas eles logo viram que cuidar da menina não seria fácil. Para trocar suas fraldas, por exemplo, eram necessárias 3 pessoas: 1 para levantar sua pélvis, outra para colocar a fralda e outra para segurar seus braços. O pai dela conta que, enquanto a trocavam um dia, quando ele estava segurando o bracinho dela suavemente, ela fez um movimento abrupto e seu osso fez um barulho como se tivesse se partido.
Por sorte, agora aos 6 anos, depois de várias operações, tudo está mais tranquilo. "Ela já pode me dizer 'faz com mais cuidado', ou percebe se quebrou algum osso ou não", conta Chelsea. O certo é que a menina, apesar de ser extremamente frágil, pode levar uma vida relativamente normal. Ela precisa de uma cadeira de rodas, pois suas pernas no aguentam seu peso, mas seus pais a levam a um parque adaptado, onde ela pode brincar com as outras crianças. 




"Espero que no futuro Zoe tenha as mesmas oportunidades que qualquer outra pessoa. Eu não a trocaria por nada neste mundo", confessa sua mãe, com lágrimas nos olhos. Eles criaram esta página no GoFundMe para ajudar a pequena com os gastos. Apesar de sua difícil doença, Zoe está super contente com seus pais e seus amigos. Desejamos a ela o melhor!





Fonte: Littlethings, via Não Acredito
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