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terça-feira, 25 de abril de 2017

Esta australiana foi incendiada por uma mulher ciumenta. Quando ela mostrou o rosto corrigido após utilizar máscara por 2 anos, eu fiquei pasmo.


Dana Vulin, uma australiana 31 anos, em fevereiro de 2012 teve o rosto incendiado por uma mulher ciumenta que a viu conversando com o marido em festa.

Gravemente ferida, ela entrou em coma. Quando acordou, precisou usar uma máscara pressurizadora por cerca de dois anos para não expor a lesão à poeira e luz solar, segundo informações do Daily Mail. Em outubro 2014, enquanto participava do programa Sunday Night, do Channel Seven, ela retirou a máscara e mostrou o resultado do rosto pela primeira vez após ter passado por mais de 30 cirurgias plásticas de correção.
“Eu me preparei”, disse. “Li e aprendi tudo o que podia sobre queimaduras, o sistema da pele e suas camadas. Tentei de tudo”. “Se eu pudesse voltar no tempo e alguém me perguntasse se eu queria apagar minhas cicatrizes, eu aceitaria”, disse ela ao programa. “Mas se alguém me pergunta hoje como eu me sinto, eu digo que estou muito orgulhosa do meu rosto”.


Ela disse esperar que as pessoas ao verem seu rosto reconheçam sua força, poder, confiança, autoestima, coragem e determinação. “Espero que eles entendam minhas cicatrizes porque agora elas são parte de mim”, acrescentou.



A agressora de Dana, Natalie Dimitrovska, foi condenada a 17 anos de prisão. Ela teria invadido o apartamento da australiana, em Perth, e ateado fogo nela, deixando-a com queimaduras graves de terceiro grau.
“Eu estava em chamas. Era uma bola de fogo”, disse. “Os médicos disseram que eu não deveria esperar parecer com a antiga Dana novamente”. “Teria sido mais fácil morrer, mas a vida nunca nos dá o caminho mais fácil”, continuou ela. “Sei quem sou, só que é duro porque você não consegue ver minha boca, nem meu nariz ou sobrancelha. Literalmente, só meus olhos conseguem ser vistos. Me sinto um nada”.



Ela revelou que sem a máscara não teria conseguido chegar onde chegou, já que foi a máscara que a protegeu.
Agora, ela alegremente descreve a si mesma como uma “Frankenstein moderna” e diz que é uma “propaganda ambulante do que a medicina moderna é capaz de fazer”. Em uma página no Facebook, Dana revelou todo o progresso de sua condição.



Informações; Daily Mail, via Jornal Ciência
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