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quinta-feira, 6 de abril de 2017

A barriga desta mulher não parava de crescer mesmo fazendo regime. Quando os médicos resolveram operá-la, eles mal podiam acreditar no que viram.


Imagem de reprodução
Uma paciente mexicana de 24 anos, que teve a identidade preservada, removeu um cisto do ovário que tomava até 95% de seu abdômen, de acordo com informações do Daily Mail. O crescimento que tinha o peso aproximado de dois bebês recém-nascidos teve ser removido, uma vez que colocava sua vida em risco. Os médicos acreditavam que o tumor, que pode ser considerado um dos maiores do mundo, era composto por um líquido tóxico ao seu organismo.


A paciente notou que estava ganhando peso mesmo estando em uma dieta. Então, exames revelaram que ela estava sofrendo de um cisto ovariano que cresceu rapidamente em um período de apenas 11 meses. Os médicos temiam que a cirurgia pudesse colocá-la em risco de insuficiência cardíaca, uma vez que o tumor de mais de 31 quilos estava esmagando seus órgãos. Até a operação, ela não conseguia mais andar, respirar e comer normalmente.




A operação pioneira foi feita pelo médico Dr. Erik Hanson Viana, do Hospital Geral do México. “Este é o maior cisto que já operei”, disse ele. “Era tão grande que ocupava 95% do abdômen da paciente. É muito rara uma operação como essa. O cisto media meio metro de diâmetro e uma circunferência de 157 cm”.



“De todas as pesquisas que eu fiz, este pode ser considerado o maior cisto de ovário já removido por inteiro”, continuou. “A paciente estava com excesso de peso, então, depois de começar uma dieta, ela notou que seu rosto, braços e pernas estavam ficando mais finos, mas seu estômago estava ficando cada vez maior”.
“Quando ela me procurou, podia apenas dar dois passos antes de ficar cansada e sentia-se como se estivesse lutando para respirar porque o cisto esmagava seus pulmões”, explicou. “Se não a tivéssemos operado, teria chegado ao ponto em que não teria sido capaz de andar e estaria gravemente desnutrida”.



“É difícil dizer por quanto tempo ela teria vivido com o crescimento, mas seria uma qualidade de vida realmente baixa”, acrescentou. Agora, seis meses após o procedimento, a paciente conseguiu recuperar sua mobilidade e voltar a viver normalmente.

Daily Mail, via Jornal Ciência




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