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sexta-feira, 3 de março de 2017

Este menino estava morrendo, mas seus pais preferiram rezar por 2 horas antes de chamar a emergência. O que aconteceu depois, marcará suas vidas para sempre.


Imagem de reprodução
Alexandru Radita tinha apenas 15 anos quando foi encontrado morto na casa de sua família em Calgary, no Canadá, em 2013. Diagnosticado com diabetes, ele morreu após sofrer complicações devido à fome.

A autópsia determinou que Radita estava pesando apenas 16 quilos no momento de sua morte. No julgamento também veio à tona que, apesar de os serviços sociais o terem tirando da custódia dos pais por um ano, ele acabou voltando. Os pais, no entanto, não acreditavam em seu diagnóstico de diabetes, apesar das várias hospitalizações.




Em uma carta para o Ministério das Crianças, um ex-professor do jardim de infância de Alexandru escreveu: “Sua história de vida, sofrimento e morte prematura exigem uma partilha mais aberta de informações entre as províncias. Os mais vulneráveis ​​devem ser protegidos. Eu nunca vou esquecer do doce rosto de Alex e do privilégio que foi ensiná-lo, apoiá-lo e incentivá-lo durante seu ano no jardim de infância. Ele está livre do seu sofrimento e agora descansa em paz”.



Segundo um dos investigadores do caso, os pais afirmavam ter ido para a igreja às 18 horas e voltado às 20h, quando viram que a criança não estava mais respirando. Então, eles oraram por mais duas horas antes de acionarem o socorro às 22 horas. Os investigadores também afirmaram que havia vários membros da igreja na casa durante a morte do menino e que era bem possível que ele já não estivesse respirando desde às 18 horas.


Segundo os legistas, Alexandru apresentava sinais de negligência, como reservas esgotadas de músculos e gordura, além de alguns dentes apodrecidos. Foi constatado que ele teria morrido de septicemia bacteriana, devido a uma ferida em seu pescoço que causou infecção em toda a corrente sanguínea.
Em uma atualização do caso, publicada recentemente pelo Daily Mail, foi dito que os pais não mostraram emoções no tribunal, tampouco comentaram sobre a sentença. Eles foram julgados e condenados à prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional por pelo menos 25 anos.



Nas palavras da juíza Karen Horner, responsável pela sentença: “Suas ações em matar de fome seu filho Alex estão além da compreensão […] Sua condição física na hora da morte não era de algo que ocorreu de forma súbita ou rápida, mas que se desenvolveu ao longo de meses e possivelmente anos”.


Informações: Daily Mail, CTV, via Jornal Ciência
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