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quinta-feira, 30 de março de 2017

Esse é o verdadeiro mistério da Esfinge de Gizé no Egito


Imagem de reprodução
A Esfinge de Gizé, esculpida no século 26 a.C. no complexo funerário da Quarta Dinastia, no Egito, é tida como um dos monumentos mais famosos do mundo.

Acerca de sua criação, assim como muitas outras relíquias de nossos antepassados, há uma série de mistérios envolvidos. Entre eles: quem a imagem da Esfinge representaria? O que teria acontecido com o seu nariz? Será que ela realmente carrega uma “barba”?


De acordo com informações do site espanhol Supercurioso, a esfinge foi esculpida sob um monte de calcário. Com 20 metros de altura, cerca de 5 m destes compõe seu rosto. Acredita-se que ela represente a imagem do faraó Khafre com o corpo de um leão. Ainda, de acordo com análises de egiptólogos, restos de tinta encontrados em sua composição sugerem que um dia ela foi colorida – rosto e corpo vermelhos e cabeça com listras amarelas e azuis.



Por muitos séculos a Esfinge permaneceu praticamente enterrada na areia do deserto, com somente sua cabeça emergida. Em 1817, uma primeira escavação foi conduzida no local, de modo que o restante do corpo foi liberado. Então, após várias escavações e restaurações, realizadas entre quase dois séculos, ela ganhou a aparência que conhecemos hoje.
Mais surpreendente ainda: em um desses eventos foi revelada a existência de uma barba cerimonial, embora muitos acreditem que ela não faça parte da escultura original e tenha sido adicionada apenas séculos mais tarde. Estes assumem que, se tivesse sido esculpida junto com o a pedra original, marcas características estariam visíveis no queixo, o que não parece ser o caso.


Logo, eles acreditam que a barba foi posteriormente adicionada como um atributo representativo de poder. Os faraós costumavam usar barbas falsas em grandes cerimônias, a fim de homenagear o deus Osíris, sempre representado com um atributo similar artificial. Sendo assim, em algum momento da história, a Grande Esfinge também acabou ganhando sua simbólica barba.


Ainda, outro fato interessante a ser acrescentado sobre o monumento é que o povo de Gizé, chamavam a esfinge de “Abu-the-Hole”, que significa algo como “Pai do Terror”. O nome vem de uma adaptação ao seu original em copto, “hu” ou “ju”, que se traduz para “guarda” ou “guardião”.



Super Curioso, via Jornal Ciencia
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