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sexta-feira, 24 de março de 2017

Desde filhote, este Pit bull não conheceu nada além de crueldade. Quando ele foi liberto, seu estigma de briga foi logo derrubado.


Imagem de reprodução
Rinha de cães é um "esporte" terrível que não é permitido em muitos países. Mas como é lucrativo, muitas lutas ilegais ainda acontecem ao redor do mundo.














Em 13 de agosto de 2013, houve uma repressão a essa prática nos Estados Unidos. Mais de 350 cães foram libertados das jaulas de seus opressores. Os grupos de proteção animal envolvidos se depararam com muitas situações difíceis.




Um dos corajosos "gladiadores" de quatro patas que eles resgataram foi um pit bull chamado Timmy Cooper. Ele se tornou o símbolo dessas ações de resgate. Quando os protetores o encontraram, Timmy tinha apenas 8 semanas, estava completamente exausto e preso a uma corrente de metal bem pesada.
Como "modelo" da organização americana, American Society for the Prevention of Cruelty to Animals (Sociedade Americana Para a Prevenção da Crueldade Contra Animais), Timmy conseguiu escapar da arena de lutas e conquistou os corações dos amantes de animais do mundo todo.
Mesmo carregando o estigma de "cão de briga", Timmy recebeu muito amor e devoção. Seus protetores cuidaram dele, o ajudaram a se recuperar e lhe deram um novo lar. Todo o amor que ele recebeu, ele deu mais e em dobro, destruindo o estereótipo de que pit bulls são agressivos por natureza.
Porém, o pequeno Timmy era muito bom para este mundo. Em 2015, dois anos após o seu resgate, Timmy morreu por causa de um tumor no cérebro. Sua nova família disse adeus a ele com o coração pesado, "Você está livre, amiguinho. Saiba que você é adorado e amado." Mesmo que Timmy não esteja mais aqui, seus protetores não deixaram de lutar contra os atos de crueldade cometidos pelos primeiros donos do cão.
Rinha de cães ainda são terrivelmente populares. Timmy é a prova de que não existe o chamado "cão de briga", mas cães que são forçados a brigar. Ajude a honrar a memória de Timmy e vamos trabalhar para acabar com esta prática. Compartilhe esta história com seus amigos.


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