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terça-feira, 21 de março de 2017

A mansão desta socialite foi incendiada “misteriosamente”. Mas o que os bombeiros encontraram lá dentro, revelou quem ela realmente era.


Imagem de reprodução

Delphine LaLaurie era uma socialite sádica que amava Nova Orleans. Sua casa era literalmente uma casa de horrores. 
Delphine Macarty nasceu por volta de 1775. Seus pais eram Barthélemy Louis Macarty e Lecomte Vevue, membros proeminentes da comunidade Crioula branca de Nova Orleans. E um fato curioso, foi que sua mãe foi supostamente morta em uma revolta de escravos.


Delphine foi casada com Don Ramon y Lopez de Angulo, em 1800; mas ele morreu em Havana, Cuba, em 26 de março de 1804. Em 1808, ela casou-se com o traficante de escravos Jean Blanque, que morreu em 1816. Duas vezes viúva, casou-se novamente, dessa vez com o médico Dr. Luís LaLaurie em 25 de junho de 1825. O casal comprou uma mansão na 1140 Royal Street em 1831, onde Delphine LaLaurie manteve uma posição central nos círculos sociais de Nova Orleans. Bailes e eventos para a nata da sociedade eram comuns, com uma lista de convidados seleta, o casal LaLaurie se tornaram um dos principais anfitriões de New Orleans, bem distante da macabra realidade que viria a ser descoberta.


Apesar da fachada de beleza e carisma, alguns boatos eram ouvidos constantemente, como a grande quantidade de escravos que entravam na Mansão e nunca mais eram vistos. Em abril de 1834, um incêndio tomou a cozinha da mansão e os bombeiros encontraram mais do que labaredas por lá.
Nos escombros, encontraram dois escravos acorrentados. A dupla – que havia começado o fogo pra chamar atenção – levou os bombeiros para o sótão, onde havia mais ou menos uma dúzia de outros escravos presos nas paredes e no chão.
No sótão havia dezenas de escravos amarrados, mutilados, torturados e assassinados por Madame LaLaurie. Os escravos encontrados apresentavam mutilações de todos os tipos, “cabeças e membros deslocados, pernas dilaceradas, corpos banhados de sangue, com cicatrizes dos pés à cabeça e riscados de chicotes e instrumentos cortantes”, por não fazer curativos em suas vítimas, “moscas puseram ovos na carne viva e, quando os escravos foram encontrados, estavam sendo devorados pelas larvas”.
Vítimas de experimentos, relatos contam de um escravo com a boca costurada, morto por inanição. Membros foram espalhados por todos os lugares, que eram implantados cirurgicamente nos corpos dos prisioneiros e alguns ainda vivos imploravam pela morte. Ela tentava fazer as mais bizarras mutilações, trocas de sexos e até mesmo tentava transformar os negros em espécies de homens-animais-mutantes.
Assim que descobertos, os LaLaurie fugiram e nunca foram julgados pelos seus crimes, mas até hoje a Mansão permanece e pelos séculos histórias de fantasmas são contadas sobre a mansão. 


Reformas recentes mostraram ossadas que datam da época, enterradas abaixo do piso de madeira, indicando que os corpos foram despejados no local.

Acredita-se que ela torturou/matou mais de 96 escravos.

Informações: Wikpedia, 
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