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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Menino 'anjo' é recompensado por ato heroico em acidente com a Chapecoense. Eu fiquei emocionado com essa atitude.


Imagem de reprodução
A madrugada do dia 29 de novembro de 2016, não será esquecida tão cedo por Johan Alexis Ramirez e Miguel Ramirez. Os dois estavam tranquilos vendo televisão na fazenda em que moravam quando escutaram um forte estrondo. O barulho era o avião da Lamia que levava o elenco da Chapecoense para Medellín, que havia acabado de cair. A queda causou a morte de 71 pessoas. Mas seis se salvaram. Cinco com a ajuda dos dois.





Johan, 15 anos foi tratado como anjo e fantasma pela imprensa mundial. Seu sumiço no meio do resgate fez com que poucas pessoas vissem o menino que corria para cima e para baixo ajudando os bombeiros. 



"Ele sumiu porque um policial nos tirou da área do acidente de um jeito muito rude. Nós saímos e não nos viram mais essa noite. Ficamos das 11 horas (2 horas da manhã no Brasil) até às 3 horas (6 horas da manhã no Brasil)", falou Miguel.
Segundo o pai do menino, Johan chegou a discutir com um bombeiro, e Miguel achou melhor tirá-lo para evitar que uma confusão atrapalhasse o resgate.
Mas após alguns meses após o acidente, o "menino anjo" finalmente foi reconhecido pelo ato heroico no dia do acidente e teve a pequena casa humilde, reformada por uma entidade colombiana. 
O jornalista Rafael Henzel, um dos sobreviventes da tragédia, postou em sua conta oficial no Twitter uma foto de como era a casa antes da reforma, e outra mostrando como ficou o local.

“Essas são fotos da casa antiga e nova do Johan Ramirez, o chamado "Garoto Anjo" de nosso acidente. Uma entidade local o presenteou” escreveu Rafael Henzel.





Johan Ramirez tem apenas 15 anos e mora com o pai em La Unior, Antioquia, na Colômbia.




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