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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Corpos misteriosos de 2 mil anos são encontrados em pântano da Dinamarca. As imagens são impressionantes; veja


Imagem de reprodução
Um fato misterioso e inusitado assustou os dinamarqueses: corpos de cerca de 2 mil anos em ótimo estado de conservação estão sendo encontrados em um pântano localizado entre a linha férrea alemã da cidade de Hamburgo e da cidade dinamarquesa de Copenhague.

Segundo a BBC, os corpos podem ser de vítimas de sacríficos religiosos que aconteceram por volta do ano 1200 a.C.
“Corpos de 2 mil anos de idade estão sendo descobertos, e muitos arqueólogos acreditam que se tratam de vítimas de sacrifícios religiosos da Idade do Ferro (período iniciado em 1200 a.C. em regiões da Ásia e da Europa), mortas e delicadamente depositadas nos pântanos como uma oferenda aos deuses. Outros acadêmicos, porém, especulam que possam ser de criminosos, imigrantes ou viajantes”, de acordo com o site da BBC.
Muitos apontam que a causa de eles estarem tão bem conservados seria por conta da turfa, um tipo de musgo encontrado no pântano, que libera ácidos que provavelmente devem ter ajudado na conservação.




Os corpos foram encontrados por coletores de turfa, que acharam alguns corpos que curiosamente tinham marcas de corda no pescoço e cortes na garganta.



O museu Moesgaard Museum, localizado em Aarhus, a segunda maior cidade dinamarquesa, expõe um corpo achado em 1952. Conhecido como o “Homem de Grabaulle”, o corpo é muito valioso e é da época da Idade de Ferro na Europa. Misteriosamente, ele está em um estado de conservação muito bom, e até seus cabelos estão praticamente intactos.
“Assim como a maioria dos corpos encontrados em pântanos, seu cabelo e pele ficaram avermelhados por causa de um processo químico conhecido como reação de Mailard. Ele foi forçado a se ajoelhar, e sua garganta foi cortada de orelha a orelha por alguém de pé por trás dele. Mas ele foi colocado com delicadeza no pântano. Pode parecer violento para nós, mas sacrifícios eram uma parte importante da vida cultural desse período”, disse Pauline Asingh diretora de exibições do museu em entrevista para a BBC.



Já no Silkeborg Museum, localizado na cidade dinamarquesa de Silkeborg, outro corpo em ótimo estado de conservação é exibido. O “Homem de Tollund”, como é conhecido, tem cerca de 2,4 mil anos e é considerado um dos corpos mais bem preservados do mundo. Um fato bastante curioso é que a corda utilizada para o enforcar ainda está em seu pescoço.



Informações BBC, fotos Guff, via Jornal Ciência
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