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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Ciclovia que brilha no escuro faz sucesso na Polônia. É incrível a eficiência dessa tecnologia.


Imagem de reprodução
Se aqui no Brasil, especialmente em São Paulo, as ciclovias ainda são alvo de polêmicas, na Polônia a história é diferente.

Durante as sombrias e frias noites, os moradores de uma pequena cidade chamada Lidzbark Warmiński, localizada na região norte do país, têm a possiblidade de reduzir o consumo de eletricidade e poluição luminosa por meio de ciclovias luminescentes.
Idealizadas pela PA Instytut Badan Technicznych, uma empresa de construção especializada no desenvolvimento de materiais de rodovia, elas foram criadas a partir de milhares de minúsculos luminóforos, de acordo com informações da IFLScience.
O material sintético utilizado emite níveis baixos de luzes durante 10 horas consecutivas, podendo ser recarregado pela ação da luz solar. Isso significa que o projeto é totalmente autossuficiente e não requer manutenção de eletricidade. Além de melhorar a aparência das ruas, ele tem o potencial de substituir as luzes de rua convencionais.
Capaz de brilhar em várias cores, a empresa sugeriu o azul, por ser mais adequado ao ambiente em questão. Se for bem aceito, pretendem estender a ideia para outras cidades da Europa. A ideia, apesar de criativa, não é a primeira a aproveitar a luminescência para clarear cidades. Uma startup, chamada Glowee, com sede na França, já havia desenvolvido algo semelhante para iluminar espaços públicos e edifícios. A única diferença, no entanto, é que isso era feito por bactérias bioluminescentes.
Em um comunicado, Waldemar Królikowski, diretor do Conselho de Estradas Regionais de Olsztyn, disse que uma ciclovia semelhante poderia ser encontrada na Holanda, e que esta teria servido de inspiração para o projeto na Polônia. “No entanto, nossa tecnologia é diferente, e, ao contrário da holandesa, não precisamos de energia adicional”, disse ele acrescentando que o projeto serve para aumentar a consciência de segurança no trânsito.

Informações: IFL Science, via Jornal Ciência
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