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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Quando os pais reconheceram o filho no mortuário, eles ficaram perplexos. Eles não contavam com isso.


Imagem ilustrativa de reprodução
Voltando de uma missão na Coreia, um soldado norte-americano pousou em Los Angeles. Imediatamente, ele ligou para seus pais para contar-lhes que havia sobrevivido e estava voltando para casa. "Mãe, pai, eu estou indo para casa. Mas eu preciso pedir um favor. Eu tenho um amigo que gostaria de levar comigo", ele disse. Os pais responderam: "Claro! Nós adoraríamos conhecê-lo."








"Há algo que vocês precisam saber", continuou o filho. "Ele se feriu gravemente durante a batalha." O filho contou que o seu amigo tinha perdido um braço e uma perna. "Ele não tem nenhum lugar para ir, e eu gostaria que ele ficasse conosco", ele explicou. Dessa vez, no entanto, os pais negaram o pedido do filho e disseram que ajudariam o amigo a encontrar outro lugar para ficar. 
Mas o ex-soldado não ficou satisfeito com isso. "Não, mãe e pai. Eu quero que ele more com a gente", ele afirmou. O pai logo respondeu: "Filho, você não sabe o que está pedindo. Um deficiente assim seria um fardo terrível para nós. Nós temos nossas próprias vidas e não podemos deixar algo assim nos atrapalhar. Acho que você deveria se esquecer dele e vir para casa. Ele vai dar um jeito de se virar." Nesse momento, o filho desligou o telefone. 
Os pais não ouviram mais falar do filho depois daquilo. Um dia depois, porém, eles receberam uma ligação da polícia. O filho deles tinha morrido após cair de um prédio. Os policiais acreditavam se tratar de um suicídio. 
Chocados com a morte do filho, os pais voaram o mais rápido possível para Los Angeles para identificar o corpo no mortuário. Eles reconheceram imediatamente o seu rosto, mas então eles descobriram algo com o qual não contavam: nele faltava um braço e uma perna. Agora estava dolorosamente claro que o filho estava falando dele mesmo ao telefone. 
Essa história trágica não é apenas comovente, como também carrega uma moral em si. Uma aparência bonita é extremamente valorizada em nossa sociedade. Quem não é "bonito" ou tem alguma deficiência experimenta, frequentemente, dificuldades terríveis em relacionamentos, na carreira e em outros aspectos durante a vida. 
Quando um acidente, uma doença ou a velhice muda a aparência de uma pessoa, muitas vezes ela se sente diferente por causa da reação das pessoas ao seu redor. Todos queremos amor incondicional, especialmente de nossos pais e outras pessoas próximas. Quem não é aceito pelo que é, corre o risco de ser marginalizado. Deve-se sempre aceitar as pessoas como elas são. Claro que isso também vale para si mesmo. Amor próprio é a chave para amar o próximo. 


Informações: Shareably, via Não Acredito
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