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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Este homem foi insultado e humilhado à vida inteira. Mas, o que ele faz depois, é surpreendente.


Imagem de reprodução
Li Longbiao entrou no campus universitário em Dongguan, província de Guangdong, com cabelo curto e óculos. No entanto, é possível perceber que Li não se parece com outros estudantes do primeiro ano. Quando ele entra no campus, chama a atenção em todos os lugares. 
Li, de 23 anos, nasceu em uma pequena cidade na província de Guangdong. Poucos meses depois do seu nascimento ele foi diagnosticado com um tumor na medula espinhal. Devido à falta de dinheiro, seus pais o enviaram a um centro de saúde para tratamento. Inesperadamente, a operação não teve sucesso: além do tumor na coluna não ter sido completamente removido, a cirurgia causou danos nos nervos abaixo de suas pernas, como relata o China News.

O acidente trágico fez com que Li desenvolvesse a parte superior de seu corpo, enquanto a parte inferior permanecia estagnada. “Desde que me lembro, não sou capaz de andar. Quando eu estava no jardim de infância, usava muletas“, lembra.
Para que os problemas não afetassem a mente de Le, seus pais o matricularam na escola primária. Ele teve muita dificuldade de adaptação. “No início, meus colegas me viam como diferente. Eles me davam apelidos desagradáveis“. Mas, ele rapidamente aprendeu a engolir esses insultos e a responder seus agressores.
No entanto, com o passar do tempo, Li começou a se acostumar com os insultos e abusos. “Eu estou acostumado a isso, está tudo bem“, disse ele. No ensino médio, o seu desempenho tanto dentro quanto fora da sala de aula era o mesmo que o de seus colegas de classe. Na realidade, ele foi um dos melhores alunos de sua turma.
“Ele é um estudante com uma personalidade muito forte“, um de seus professores disse. Li estava otimista e tinha em mente que se destacou no pensamento independente. Em menos de um mês na Universidade, ele já era conhecido em todo campus. Embora existam algumas coisas que ele não possa fazer sozinho – como pegar seu próprio prato no refeitório do campus – não há nada que ele não seja capaz de superar.

Informações: Shanghaiist, via Jornal Ciência



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