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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

O bebê recém-nascido repousa no colo da mãe morta de 17 anos. Ele só existe graças à decisão dela.


Jenny Lake é uma adolescente completamente normal. Ela tem 17 anos e frequenta o colegial em uma pequena cidade chamada Pocatello, em Idaho, EUA. Ela começa a namorar um garoto chamado Jason.



Jenny começa a sofrer de graves dores de cabeça. Depois de vários dias de tortura, finalmente vai ao médico. Durante o check up, o médico descobre uma massa de cerca de 2 cm de diâmetro no cérebro dela. Logo depois vem o chocante diagnóstico: câncer.




Ela precisa passar por quimioterapia se quiser viver.


Para sua família e seu namorado Jason, o diagnóstico é um grande choque. Todos a apoiam com todas as forças que têm.


Mas então uma novidade, que normalmente é linda, surge: ela está grávida.


Mesmo estando feliz por conta do bebê, Jenny encontra-se frente à decisão mais difícil de sua vida. O bebê morrerá se ela continuar com a quimioterapia. Mas se parar, ela própria morre. É uma brutal decisão de vida ou morte.


Jenny, enfim, decide: ela para a quimioterapia e dá à luz o pequeno Chad Michael 9 meses depois. Isso significa, entretanto, que ela irá morrer. Quando Chad nasce, ela pega a mão da parteira, puxa para perto de si, e fala baixinho: “Eu consegui. Eu cumpri meu papel”.


Após 6 dias, Jenny deixa o hospital. Ela queria levar Chad para a casa para ficar mais perto dele.


Jenny morre segurando nos braços o filho nascido há 12 dias


Seu amor materno era tão forte, que ela se sacrificou pela vida do seu filho. Este é um amor indescritível que apenas uma mãe pode sentir por seu bebê.


Seu amor materno sempre acompanhará Chad.


É incrivelmente tocante o quão forte, corajosa e amorosa Jenny era.

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