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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Mais um jogador de futebol famoso na mira da Polícia Federal, “prisão é certa”, diz jurista


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Dátolo é investigado pela PF por evasão de divisas, no Rio de Janeiro. Dois argentinos foram presos em flagrante tentando embarcar para a Argentina com R$ 150 mil do jogador sem declarar.
A prisão é certa caso não explique disse o jurista Carlos Admax da Cunha ao Jornal da Mantiqueira de G.O.

Após ter seu nome envolvido em especulações e de uma possível saída do Atlético, o argentino Dátolo se vê em outra polêmica. Segundo apurou o SuperFC, o atleta é um dos investigados de uma investigação da Polícia Federal (PF) sobre a acusação de evasão de divisas.

No aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, dois argentinos foram presos em flagrante tentando embarcar para o país vizinho levando R$ 150 mil sem declarar. Eles confirmaram que se tratava de um montante sacado diretamente na conta de um jogador de futebol que atua em Minas Gerais.

Também foi confirmado que um dos presos tinha 21 registros de entradas e saídas do Brasil, sempre tendo como origem e destino a Argentina.
O departamento de comunicação do clube mineiro não quis se pronunciar, dizendo se tratar de um problema particular do meia. Já a assessoria de imprensa do jogador, informou apenas que ainda não conversou com Dátolo sobre o problema e irá comunicar aos veículos assim que tiver uma posição.
No duelo diante do Juventude, nessa quarta, pela Copa do Brasil, o jogador não chegou a conceder entrevista no Mineirão, já que foi sorteado para o exame anti-doping. O meia está no Galo desde a temporada 2013, tendo conquistado a Copa do Brasil em 2014.
O crime de evasão fiscal pune o infrator com multa, podendo estender-se a reclusão entre dois a cinco anos.
Por meio de nota, a assessoria de comunicação da Polícia Federal em Minas Gerais informou que “o caso está sob sigilo, mas serão apuradas a autoria e a propriedade dos valores e, principalmente, se houve remessas anteriores, praticadas pelos mesmos envolvidos, de outros valores ao exterior, sem que tenha sido feita a devida comunicação às autoridades alfandegárias”.


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