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quarta-feira, 1 de junho de 2016

Saiba por que casal obsessivo é viciado em introduzir café quente no ânus


Imagem de reprodução
Um vídeo contando a história de um casal viciado em café ficou famoso na internet.

O problema é que a forma de consumo adotada é pouco não convencional e controversa. Mike e Trina, da Flórida, nos EUA são viciados em enemas de café, ou seja, a introdução do líquido no ânus.


Assista ao vídeo:

O enema, também conhecido como enteroclisma ou clister, é utilizado para lavagem, purgação ou administração de medicamentos através de uma sonda. Alguns exames também exigem a prática para obter imagens nítidas do intestino grosso. Geralmente são realizados com água ou medicamentos e servem para eliminar fezes de forma mais facilitada. Porém, os enemas mornos de café, de acordo com o casal, causam bem-estar acentuado e uma maior eficiência da cafeína.
O vídeo foi obtido com participação do casal no programa “My strange obsession” (“Minha estranha obsessão” em tradução direta), no TLC, e desde sua primeira aparição, causou polêmica.


O enema é usado pelo menos 3 vezes ao dia, mas Trina já admitiu ter feito 10 enemas no mesmo dia, tendo uma sensação de euforia. Trina ainda garante que seus problemas de estômago, fígado, rins e intestino desapareceram desde que começou a fazer os enemas, há cerca de 3 anos – mesmo que não exista comprovação científica alguma do fato. Mike passou a trabalhar home office apenas para poder realizar o processo em casa, e relata estar muito bem.
Ambos possuem equipamentos adequados e locais reservados em sua residência para a prática habitual. Acredita-se que, em 3 anos, eles realizaram mais de 7 mil enemas. Porém, especialistas garantem que os enemas de café não possuem benefícios comprovados cientificamente.
Limpezas excessivas de cólon podem causar problemas graves no sistema digestivo. “Além disso, os usuários de enemas de café podem experimentar uma grave perda de eletrólitos, pois o café está relacionado à perda de potássio (K+). O casal pode ainda enfrentar uma paralização dos movimentos intestinais à longo prazo”, em entrevista ao portal Live Science.
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