Páginas

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Menino autista começa ter convulsões. Quando seu cão se nega a abandoná-lo, os médicos tomam uma atitude






James Isaac, da Nova Zelândia, tem apenas nove anos de idade e sofre autismo. Por ter dificuldades para se socializar, o menino possui Mahe, um cão de assistência emocional que ele conheceu há dois anos e meio atrás. O animal é seu melhor e mais leal amigo, com quem ele pode contar 24 horas por dia, pois se recusa a sair de seu lado. Mesmo quando James precisou passar por ressonâncias magnéticas, por causa de suas constantes convulsões, os médicos permitiram que Mahe estivesse presente durante o exame.




Enquanto James era colocado na máquina, Mahe o confortava e o ajudava a se manter calmo, isso só por se aconchegar perto do garoto. A cena era tão comovente que os pais registraram o momento em que Mahe foi pego olhando para James de forma protetora, enquanto o garoto estava sob o efeito de anestesia geral, ou deitado junto com ele na cama do hospital



De acordo com Michelle, mãe de James, sair com ele costumava ser uma tarefa muito difícil, até que conheceu o cachorro. “Nós não podíamos ir a um café com a família. James ficava muito ansioso e queria sair imediatamente, mas quando Mahe chegou, James apenas sentava lá e nos esperava terminar o café”, disse ela em entrevista a Stuff.com.nz.


O cachorro foi treinado durante seis meses pela Assistance Dogs New Zealand Trust, que ajuda crianças com autismo e diversas outras deficiências, incluindo paralisia cerebral. Os cães são ensinados para distrair as crianças e alarmar os familiares caso exista algo errado elas. Além disso, são treinados para rastrear pessoas e objetos desaparecidos. De acordo com Wendy Isaacs, gerente de desenvolvimento de financiamento da empresa, “há uma certa magia entre a relação de crianças com autismo e cães, porque eles simplesmente conseguem acalmá-las”, disse. “Essas crianças conseguem manter contato visual com o cão, mas muitas das vezes, não conseguem fazer isso com os próprios pais ou irmãos”, completou.

[ Metro ] [ Foto: Reprodução / Louise Goossens / Hospital Infantil Wellington ]
Comentários
0 Comentários

Nenhum comentário :

Postar um comentário

UOL Cliques