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quarta-feira, 27 de abril de 2016

Arqueólogos descobrem construções nazistas secretas em terras próximas ao Brasil


Os arqueólogos acreditam que ruínas encontradas em uma região remota de uma selva argentina podem ser os restos de um esconderijo construído pelos nazistas onde poderiam se esconder caso perdessem a Segunda Guerra Mundial.
Os pesquisadores estão estudando os restos de três prédios localizados no parque Teyu Cuare, no norte da Argentina, perto do Paraguai.
Pesquisadores da Universidade de Buenos Aires encontraram cinco moedas alemãs cunhadas entre 1938 e 1941 e um fragmento de prato de porcelana com a inscrição Feito na Alemanha. Além disso, havia símbolos nazistas nas estruturas de pedras, agora cobertas por mato e acessíveis somente através de um facão.


Já havia uma lenda local que dizia que o local pertencia ao alemão Martin Bormann, braço direito de Adolf Hitler, que morreu em maio de 1945. Desse modo, as construções podem ter sido erguidas como refúgio para os líderes do Terceiro Reich.

“Aparentemente, no meio da segunda guerra mundial, os nazistas tinham um projeto secreto para construir abrigos para os principais líderes em caso de derrota – sítios inacessíveis no meio de desertos, nas montanhas, em um penhasco ou no meio da selva como esta”, disse o líder da equipe dos arqueólogos Daniel Schavelzon.

No final, porém, o esconderijo nunca foi necessário. Milhares de nazistas e fascistas croatas e italianos chegaram à Argentina com a bênção do presidente Juan Perón, que liderou a nação entre 1946 e 1955 e de novo brevemente na década de 1970.

Em 1960, Adolf Eichmann, um dos principais organizadores do Holocausto, foi capturado em Buenos Aires por uma equipe de comando israelense e levado a julgamento em Israel, onde foi executado. Entre outros nazistas de alto nível que se refugiaram na Argentina foram Joseph Mengele, Walter Kutschmann, Josef Schwammberger, Eduard Roschmann e Wilfred Von Oven.



Curingo

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