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domingo, 29 de novembro de 2015

Falso ganhador da Mega Sena é preso por fraude de R$ 73 milhões na Caixa


Márcio Xavier de Lima é suspeito de participar do
golpe milionário contra a Caixa Econômica Federal
(Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Márcio Xavier de Lima, fez parte do golpe que fraudou a Caixa em R$ 73 milhões.















O falso ganhador da Mega-Sena, Márcio Xavier de Lima, é suspeito de ser um dos participantes da fraude de R$ 73 milhões, na agência da Caixa Econômica Federal de Tocantinópolis, no norte do Tocantins. Ele se entregou no Ministério Público Federal, em Araguaína no início do ano de 2014.

Assista ao vídeo:




Conforme as investigações, Márcio usou o nome falso de Márcio Xavier Gomes de Souza para abrir uma conta na agência de Tocantinópolis, onde foi depositado o prêmio da Mega-Sena. Toda a operação contou com a ajuda do gerente, Robson Pereira do Nascimento, que liberou o dinheiro sem validar o bilhete falso junto à Caixa, em São Paulo. O prêmio foi pago no dia 5 de dezembro de 2013.

O suplente de deputado federal pelo Maranhão, Ernesto Vieira Carvalho Neto, que também foi preso, seria o chefe da quadrilha. Outros quatro homens com mandado de prisão preventiva, Thales Henrique de Freitas, Antônio Rodrigues Filho e os irmãos Alberto Nunes Tujeiro e Paulo André Pinto Tujeiro não foram localizados.

O advogado do falso ganhador da Mega-Sena, Luís Antônio Batista, diz que o cliente não conhecia os envolvidos no crime. “O Márcio não conhece ninguém dessas pessoas que foram presas, conheceu apenas o gerente no dia do fato. Ele foi trazido por uma outra pessoa, que usou o nome dele falso”, diz, acrescentando que o nome não pode ser divulgado para não atrapalhar as investigações.

Ainda conforme as investigações, o falso ganhador recebeu a quantia de R$ 35 mil para abrir a conta e receber o prêmio. “O Márcio já confessou. Ele participou por uma necessidade. Ele não sabia que o golpe seria desse montante. A princípio, a história seria de outro montante, ele receberia uma participação e sabia que estava cometendo um ilícito, mas não sabia que era esse montante”, revela Batista.

O advogado diz ainda que o cliente se assustou no início, mas não houve coação. "Ele veio porque quis fazer, mas não sabendo que era esse montante de R$ 73 milhões. Quando ele veio para cá, a negociação que tinham falado para ele, era outro valor, era de R$ 8 milhões. Ele só soube que seria R$ 73 milhões aqui no banco.”

Fonte: As informações são do G1
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