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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Fab atira em avião não identificado e força pouso em São Paulo



FAB: o procedimento foi adotado porque se tratava de uma aeronave suspeita de tráfico de drogas


O Comando da Aeronáutica distribuiu nota oficial nesta segunda-feira, 16, informando que caças da Força Aérea Brasileira (FAB) interceptaram o avião Sêneca EMB-810C, matrícula PT-WHM, no nordeste do Mato Grosso do Sul, e o acompanharam até as proximidades da cidade de Araçatuba, no interior de São Paulo, obrigando-a pousar.De acordo com a nota, o procedimento foi adotado por se tratar de "uma aeronave suspeita de tráfico de drogas que desobedeceu as orientações iniciais determinadas pela defesa aeroespacial brasileira". O caso está sendo investigado pelas autoridades policiais.
A Força Aérea explicou, em nota, que o tiro de advertência foi dado para obrigar o avião suspeito a pousar.
Lembra ainda que o processo seguiu todos os trâmites legais previstos no decreto nº 5.144, de 16/07/2004, inclusive com a realização do tiro de aviso, recurso que tem como objetivo alertar o piloto para a obrigação de atender às determinações dos caças da FAB.
Em 24 de outubro, a FAB perseguiu e atirou em uma outra aeronave que voava sem plano de voo e fazia uma rota "conhecida por ser utilizada para atividades ilícitas", conforme informação divulgada pela Aeronáutica, na época.
Neste caso, no entanto, o piloto não atendeu ao tiro de advertência para que descesse em local determinado pela FAB e "evadiu-se pela fronteira com o Paraguai", não sendo localizado, naquele momento.
No dia 26 de outubro, no entanto, um avião monomotor com várias marcas de tiros foi encontrado pela Polícia Civil no aeroporto municipal de Paranavaí, no noroeste do Paraná.
A suspeita era que esta era a mesma aeronave perseguida pela Força Aérea Brasileira (FAB) dois dias antes, em Japorã, Mato Grosso do Sul. Este avião apreendido, foi levado para o pátio da Delegacia da Polícia Civil de Paranavaí e os documentos encontrados na cabine foram enviados à Polícia Federal (PF).

Fonte: Tânia Monteiro, do Estadão Conteúdo
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